quarta-feira, julho 18, 2007

Poliamo-te



Segundo uma reportagem publicada na revista Tabu, os poliamorosos «são casais ditos normais, mas aceitam entre eles que partilham a vida sentimental e física com outras pessoas. Não se trata da prática de swing nem de ménage à trois. Nem tão pouco de adultério. Os "poliamorosos" defendem a liberdade de múltiplas ligações afectivas, em simultâneo, mas sempre às claras.»

Ora aqui está o tema que nos ocupará na Prova Oral de hoje, com os convidados – poliamorososLara, Jorge e Alex. Qual a linha ténue que separa o conceito de poliamor do de adultério?; o poliamor não pode, às vezes, ser apenas um eufemismo para o adultério?; ao contrário do swing, em que o que se busca com o relacionamento com terceiros é o prazer sexual, o poliamor assume-se como partilha também de um lado sentimental: não se corre o risco de uma grande confusão amorosa?; poderemos estar envolvidos emocionalmente com várias pessoas ao mesmo tempo?; e neste caso, fará sentido o conceito de «casal»?

Contamos com a vossa participação, como sempre, via 800 25 33 33, caixa de comentários do blogue –, a partir das 19, com Fernando Alvim e Marisa Jamaica.

84 comentários:

Daniel Cardoso disse...

O poliamor não é um estrangeirismo nem um eufemismo, portanto não se entende o uso de aspas ou itálicos, excepto talvez da primeira vez que a palavra aparece... Ai as marcas subliminares de discriminação...

antidote disse...

nao desgostei deste artigo, embora tenha que comentar logo a primeira linha. O poliamor transcende a ideia de casais. o poliamor é a substituicao do "mandamento" da monogamia pelo "mandamento" da honestidade e da transparencia. e sim, isso pode ser valido numa relacao tipo casal, que passa a ficar disponivel para novos conhecimentos romanticos, ou para transpor a ideia de casal para novas geometrias mais complicadas. eu por exemplo vivo num trio com umas pontinhas viradas para fora. nao posso dizer correctamente que qualquer de nós seja um casal. por outras palavras, tenho dois parceiros primarios (um homem e uma mulher) e outras pessoas tb importantes na minha vida, embora com um degrau de prioridade abaixo.

desejo que o programa aborde o tema com seriedade, ha muitos de nos (poliamorosos) por aÃi.

underscore disse...

Carissimos, presumo que nao seja fácil fotografar o amor, mas a foto não é de poliamor, é de uma orgia.

ancoca disse...

Adultério refere-se apenas a pessoas casadas. Muitos poliamorosos não são casados.

"casal" é definitivamente redutor. Implica apenas duas pessoas e por definição poliamor envolve mais de duas pessoas.

antidote disse...

por outras palavras:

se é verdade que ha casais que podem ser poliamorosos, nem todos os poliamorosos (a grande maioria) nao sao casais nem se definem como tal.

e se eu nao tenho nada contra orgias, gostava que a fotografia de abertura dum artigo sobre o meu modo de vida há varios anos, fosse mais respeitoso e de acordo com o tema.

poliamor nao é uma orgia.

Ana Afonso disse...

Não, poliamor não é um eufemismo - para o que quer que seja -!
E não diria que o poliamor também se partilha um lado sentimental; o lado sentimental pode ser o factor essencial, e pode até ser o "único" sustentáculo de uma relação - ou seja, posso ter relações poliamorosas "puramente" no plano dos afectos, sem envolvimento sexual.

E, como já foi referido, a imagem escolhida em nada retrata o poliamor, e mostra preconceito, ignorância e mau jornalismo (não seria preciso grande investigação para encontrarem na internet imagens bem mais felizes!).

Alice disse...

lol que fotinho hein? querias não querias?

Poliamor não passa obrigatóriamente por orgias!
Poliamor não passa obrigatóriamente por casais!
Fora isso, salava-se o resto do primeiro parágrafo ;)

Uma das melhores definições que conheço é :

"Poliamor é um tipo de relação em que cada pessoa tem a liberdade de manter mais do que um relacionamento ao mesmo tempo. Não segue a monogamia como modelo de felicidade, o que não implica, porém, a promiscuidade. Não se trata de procurar obsessivamente novas relações pelo facto de ter essa possibilidade sempre em aberto, mas sim de viver naturalmente tendo essa liberdade em mente.

O Poliamor pressupõe uma total honestidade no seio da relação. Não se trata de enganar nem magoar ninguém. Tem como princípio que todas as pessoas envolvidas estão a par da situação e se sentem confortáveis com ela.

Difere de outras formas de não-monogamia pelo facto de aceitar a afectividade em relação a mais do que uma pessoa. Tal como o próprio nome indica, poliamor significa muitos amores, ou seja, a possibilidade de amar mais do que uma pessoa ao mesmo tempo. Chamar-lhe amor, paixão, desejo, atracção, ou carinho, é apenas uma questão de terminologia. A ideia principal é admitir essa variedade de sentimentos que se desenvolvem em relação a várias pessoas, e que vão para além da mera relação sexual.

O Poliamor aceita como facto evidente que todas as pessoas têm sentimentos em relação a outras que as rodeiam. E que isto não põe necessariamente em causa sentimentos ou relações anteriores. Aliás, o ciúme não tem lugar neste tipo de relação. Primeiro porque nenhuma relação está posta em causa pela mera existência de outra, mas sim pela sua própria capacidade de se manter ou não. Segundo, porque a principal causa do ciúme, a insegurança, é praticamente eliminada, já que a abertura é total. Não havendo consequências restritivas para um comportamento, deixa de haver razão para esconder seja o que for. Cada pessoa tem o domínio total da situação, e a liberdade para fazer escolhas a qualquer momento."

Fonte: http://poliamor.pt.to/

Cusquem o site, é um óptimo ponto de partida.

Alice, novamente :) disse...

Epa! não seja chatos! acham que o Alvim vai ter gosto de ler cometários desses?

Ok ok o poliamor é "uma cena diferente".
Demora um pouco para quem nunca ouviu a palavra perceber a idéia e existe por ai algum lixo que causa ruído.
Cabe a nós então clarificar "o Coiso" com a devida leveza de alma :)

Tirem a fantasia de minoria incompreendida e reprimida!

Cativem! surpreendam! arrebatem!

Berrubem barreiras em vez de criar mais!

Be nice... always;)

antidote disse...

incompreendida sim, talvez, mas de modo nenhum reprimida... nao me sinto nada reprimida :-)))


á definicao acrescento e sublinho, que nao basta a liberdade de manter mais que uma relacao, é preciso ter o estomago e a capacidade de te alegrares quando os/as teus/tuas parceiro/as fazem o mesmo.

muitos beijos a todos voces!

Daniel Cardoso disse...

Oh alice, fazemos festinhas quando temos que fazer, mas também convém mostrar um mínimo de apuramento nestas coisas, hehe. E, quanto mais não seja, há aqui muito comentário construtivo, o que hoje em dia é raro!

Anónimo disse...

Poliamorosos- Não sei o que é nem nunca ouvi falar em tal coisa... espero que me ilucidem com o decorrer do programa.

Só um programa deste calibre para divulgar estes temas...

Muito bem pessoal.. continuem...
Abraço

Gil

Anónimo disse...

Pelo que eu percebi este post não é jornalístico nem faz afirmações, mas perguntas. E mesmo a imagem escolhida que, pelo que aqui leio, não retrata a cena, pode servir como input para a discussão, para esclarecer dúvidas, dado a maioria das pessoas nunca ter ouvido falar em poliamor e facilmente o confundir com uma orgia.

Parece-me um post provocativo, sim, mas faz a provocação num contexto em que os adeptos do movimento poderão defender-se, uma vez que vão estar lá no programa a discutir o assunto.

De resto, não compreendo porque é que pessoas que decidem viver a sua vida sexual e amorosa de determinada maneira, diferente da maneira como a vive a maioria das pessoas, sintam necessidade de criar imediatamente um movimento, de regrar a prática, de reivindicar direitos específicos, de ter um rótulo, de fazerem questão de se considerarem logo vítimas de discriminação (situação completamente diferente no caso dos gays e das lésbicas, por exemplo, em que essa discriminação existe e é de facto agressiva).

Vivam a vossa vida sexual livremente, e tirem essa mania de evangelização e esse desejo de serem considerados vítimas, que me parece ter uma ponta de exibicionismo (e muito de conservador). Além do mais, vulgarizar o rótulo de "discriminado" por tudo e por nada, prejudica as reivindicações de quem é realmente discriminado e precisa de ser ouvido e tomado a sério. Mania das perseguições.

Ricardo

Daniel Cardoso disse...

Não vi ninguém a reclamar outro direito que não o direito à boa informação.

E se o Ricardo acha que essa discriminação não existe, que o vá dizer a pessoas que perderam empregos, amigos, família, filhos, etc... por serem poliamorosos.

Também nunca vi discriminações que são mais "sérias" que outras. Todas as discriminações têm a mesma base fundamental. Negando uma, todas são negadas. Infelizmente esse parece ser um pensamento difícil de assentar por esse mundo fora.

Blade Runner disse...

O meu amor é ilimitado... Os seus objectos também. Gosto de expressá-lo de múltiplas formas. De todas elas, o contacto físico/intimo/carnal/sexual é uma das mais completas, intensas, prazeirosas e poderosas!

A expressão do meu amor é infinitamente mais do que o sexo, e a esmagadora maioria das vezes nunca passa por lá, mas não vejo nenhuma razão para me abster de o expressar desse modo, apenas porque alguém convencionou que não era próprio.

Sempre com a honestidade, a verdade e o respeito pelos sentimentos e emoções de todos os que possam estar envolvidos, como valores fundamentais, luto para não criar (ou para derrubar caso já existam) fronteiras artificiais à minha liberdade e à dos objectos do meu amor. Há que questionar permanentemente a validade das convenções e dogmas que nos rodeiam!

Anónimo disse...

� Daniel, mas discrimina�o, existe sempre, enquanto houver broncos que n�o encaixem que nem todos s�o iguais a eles. E todas as discrimina�es s�o atrozes.

Mas o que eu contrario aqui � a tua no�o de "discrimina�o do movimento" quando o que eu acho � que h� discrimina�es individuais, dependentes da tacanhez do s�tio onde est�s, porque n�o me parece que isso do poliamor tenha as caracter�sticas de um "movimento". Imagina que eu decidia abster-me de todas as pr�ticas sexuais com a minha companheira, excepto do sexo oral. E agora? Pronto, sou um "oralista", qualquer coisa no g�nero, vou mandar fazer t-shirts, imprimir cartazes, informar a minha entidade empregadora, e reclamar da discrimina�o de que sou v�tima.

E como � que uma pessoa descobre que � poliamoroso? E se amanh� tiveres uma rela�o que funcione doutra maneira (sim porque todas as pessoas s�o diferentes e, consequentemente, a rela�o entre elas tamb�m pode ter nuances)? Devolves o cart�o � ordem? Que um homossexual saiba que jamais se apaixonar� por uma pessoa de sexo diferente, compreendo, mas que tu saibas de antem�o que todas as tuas rela�es amorosas seguir�o a norma daquilo que chamas poliamor � que me parece pobrezinho, auto-discriminat�rio. J� n�o basta os r�tulos que as pessoas nos p�em por tudo e por nada, a tend�ncia constante para padronizar a nossa vida �ntima, e vais tu faz�-lo voluntariamente a ti pr�prio.

Ricardo

Blade Runner disse...

"And now for something completely different!"... ou nem por isso: provavelmente tão ou mais interessante que a questão do sexo no âmbito do poliamor é a das estruturas familiares alternativas. A instituição família que é basilar à nossa sociedade, não funcionará de forma tão ou mais saudável e válida num formato que não o tradicional 1 pai + 1 mãe + filhos dominante na sociedade actual?

Um autor brilhante, que influencia profundamente o meu pensamento sobre este e outros aspectos é Robert A. Heinlein (cujo centésimo aniversário do nascimento foi no passado dia 07/07/07!). A filosofia e o pensamento que Heinlein nos transmite nos seus romances, dificilmente nos deixa indeferentes (para o bem ou para o mal!), e grande parte da sua mensagem merece uma reflexão séria.

Não sou de todo um erudito Heinleiniano, mas para além do mui excelente e óbvio (no contexto do poliamor) "A Stranger in a Strange Land" ("Um Estranho numa Terra Estranha"), recomendo também outras duas obras que já li: "The Moon is a Harsh Mistress" (desculpem mas não sei qual será o título em Português) e "Friday" com exemplos muito interessantes de estruturas familiares alternativas e por arrasto do poliamor.

Sofia disse...

olá, bom tema! :)

eu nc pensei no q sinto como "poliamorismo"...
mas, apesar de sp (ou quase sp) ter sido fiel nas minhas relações (onde nc se falou sequer em ter ou partilhar com outras pessoas) muitas vezes senti que havia pessoas a quem eu gostava de expandir a minha intimidade..

N sei se se integra no conceito de quem assume o lifestyle que está aqui em discussão.. mas eu só me sentirei completa no dia em q conseguir ter uma relação com um homem e uma mulher (que não tenham ciumes um do outro e n me queiram em exclusividade).

Vou ouvir o programa na expectativa de aprender mt sobre o tema :)

antidote disse...

Sofia: entra completamente. e é possível. Eu sou a prova viva disso (se quiseres manda me um mail privado, via o meu profile, se quiseres discutir isso offline).

Sofia disse...

o teu email n consta no teu profile..

(alvim, apaga este post sff :)

kiss

Anónimo disse...

Caro Ricardo

Diz no seu comentário:

"mas que tu saibas de antemão que todas as tuas relaões amorosas seguirão a norma daquilo que chamas poliamor é que me parece pobrezinho, auto-discriminatório."

No meu caso, apesar de me identificar com o poliamor, nunca tive envolvido em nenhuma relação poli. Nunca fiz esforços para estar ou não estar... simplesmente nunca aconteceu. Nada está definido de antemão. Nada está posto de parte de antemão também.
O poliamor serve a uns, não serve a outros, e o querer informar, querer dizer "estou aqui e sou assim" não é a mesma coisa que querer obrigar os outros a ser como nós. Tem mais a ver com o querer ser visto e respeitado (eventualmente julgado) pelo que se é, e não pelo que se aparenta ser.

Pedro

antidote disse...

Sofia:
antidote arroba imensis ponto net

(nao escrevo o email explicito por causa do spam)

(os outros que me desculpem o uso de largura de banda, mas nao tenho outra maneira de falar com a sofia)

ancoca disse...

Ricardo, acho que há aqui um pequeno mal entendido. A haver um movimento em portugal, há um movimento de informação e ajuda. O poliamor é um modo de vida com problemas que podem ser enfrentados, discutindo e partilhando com outras pessoas que vivam dessa forma.

Em relação a uma pessoa ser ou deixar de ser poliamorosa, pode-se viver numa relação apenas a dois e ser parte da comunidade poliamorosa. Duas pessoas poli podem estar anos apenas as duas perfeitamente felizes, mas sabendo que se um novo amor nascer no futuro, ele poderá ser vivido sem dramas.

O poliamor não é um dogma, a monogâmia é-o.

Anónimo disse...

Isto hoje parece um chat. lol . Bom, mt bom o tema...

Daniel Cardoso disse...

Ricardo, faço minhas as palavras do Pedro. Em último caso, é sempre possível ser-se poliamoroso sem ter uma relação poliamorosa. Tal como uma pessoa pode ser virgem e intocada e ainda assim saber-se hetero/homo/seja o que for.

Além disso, o poliamor não tem uma norma restrita, como já foi dito por outras pessoas. Portanto, estou apenas a abrir o meu horizonte de possibilidades. Sobre muitas outras questões que colocaste, relacionadas com esta "coisa" (se não lhe queres chamar movimento, tudo bem, nem eu sei se o chamo de tal), espero que o programa de hoje seja esclarecedor.

europoli disse...

O que mais gosto da palavra é a parte do "poli".

Gosto quando as palavras têm, "poli"

Anónimo disse...

Querido Alvim, Querido Alvim, Querido Alvim...

Querer ter tudo de uma pessoa só é quase como ter a insatisfatez de acreditar que estamos sós no universo...

De facto o coração é muito grande, está cheio de arrumação !!!!!!!!


Beijokinhas

Paula Ferrão

Anónimo disse...

Então, em última instância, todos, ou quase todos, somos poliamorosos: quem nunca sentiu vontade de, em determinada fase de uma relação monogâmica, normalzinha qb, se envolver com outra pessoa? Eu já. E se calhar fá-lo-ia se o parceiro ou parceira alinhasse pela mesma onda (caso contrário seria mera traição e trair as pessoas é desagradável). Mas para mim isso foi apenas "uma fase da minha relação monogâmica em que tive vontade de me envolver com outra pessoa". Até podia fazer disso estilo de vida, se a fase se perpetuasse: nunca senti foi necessidade de lhe dar um nome "técnico", de lhe definir regras, padrões e procurar "seguidores".

Faça isso quem quiser, nada contra. A única coisa que aqui defendo é que acho empobrecedora essa tendência de oficializar e uniformizar comportamentos, de arrebanhá-los sob uma designação (por mais restritas ou menos restritas que sejam as normas, elas têm que existir: o "objecto" para ser definido tem que ser caracterizado, "normalizado", e isso tão tiques típicos das "maiorias"). Depois, parece que faz parte do pacote um certo sentimento de vítima e uma certa agressividade defensiva contra "os outros": reparo que o primeiro comentário foi logo a implicar com os itálicos do post. Há a hipótese de, com eles, o Alvim estar apenas a isolar e a evidenciar a palavra que vai ser o assunto do programa, até porque grande percentagem das pessoas se calhar nunca a ouviu ou leu. Mas não. Ele estava de certeza a discriminar. Se não conscientemente, pelo menos inconscientemente. Óbvio. Se não é como eu há-de ser contra mim. É da maioria, o gajo.

Reparem no cuidado que tive em não usar aspas na palavra poliamor, durante todo este comentário.

Ricardo

antidote disse...

Ricardo:

a relacao igualitaria e consentanea que tenho com 2 pessoas ha mais de 2 anos e meio nao é "uma fase da minha vida monogamica". e a relacao anterior, tambem com duas pessoas que durou mais de 3 anos, tambem nao.

ninguem aqui inventou regras e os nomes, inventados por outras pessoas, ha muitos anos quando a coisa comecou a ganhar um nome, sao uteis para se partilhar experiencias entre pessoas.

my two cents,
Anti
laundrylst.blogspot.com

Anónimo disse...

Querido Alvim Querido Alvim Querido Alvim...

Esqueci-me de dizer isto:

Para se ser poliamoroso é preciso ter cabeça para isso, senão:

CORRE-SE O RISCO DE PASSAR DE POLIAMOROSO A POLITRAUMATIZADO !!!


Mais Jokinhas

Paula Ferrão (Parede)

Catita disse...

Olá boa tarde amigos,

Excelente discussão!

2 questões aos convidados:
O poliamor compreende um projecto de vida a longo prazo com essas várias pessoas? ou são relações mais curtas?

Como é que são geridas as relações inter-pessoais? há um companheiro eleito com o qual se tem uma relação aberta ou todos os relacionamentos são de igual importancia? E se hoje quiser estar com A, mas B quiser jantar? Como é que divido essa atenção?

Anónimo disse...

Como é que um poliamoroso gere um relacionamento com um companheiro que não o seja? Não há um sentimento de exclusão?

Um pedacinho de mim... disse...

Boa tarde a todos. Poliamor? Poliamo-te? Bom tema, dá que pensar…

“Poliamor significa muitos amores, ou seja, a possibilidade de amar mais do que uma pessoa ao mesmo tempo. Chamar-lhe amor, paixão, desejo, atracção, ou carinho, é apenas uma questão de terminologia. A ideia principal é admitir essa variedade de sentimentos que se desenvolvem em relação a várias pessoas, e que vão para além da mera relação sexual”. Concordo. Realmente, o ser humano, tem essa capacidade de amar. A propósito gosto do exemplo que um psicólogo dá: “isto do poliamor é como ser pai de família: quando nasce o primeiro filho, cuidas dele desmedidamente. E o que acontece quando nasce o segundo? Começas também a amá-lo, mas não deixas de amar o primeiro".

Poliamor igual a poligamia? Não, acho que não. Parece-me que o poliamor tem como ideais, a lealdade mais do que a fidelidade, a confiança, a honestidade, o respeito. Pode aparecer associado à sexualidade ou afectividade. Por outro lado, a poligamia surge mais associada ao engano, à infidelidade, à mentira, a deslealdade e, na maioria das vezes, apenas ao sexo.

Continuei a ler sobre esta tendência…e constatei que uma das suas máximas é : “ficar feliz por saber que o nosso parceiro ama outra pessoa”. Bem, é aqui que a confusão instala-se na minha cabeça. Concordo que o ser humano tem a capacidade de amar muito e tal...todo esse bla, blá é bonito. Respeito quem seja poliamante, poliamoroso…mas "ficar feliz”???? Eu penso, então e, se o meu parceiro (refiro-me a um companheiro à séria, a um namorado, não a um parceiro casual, porque aí, entende-se que amem meio mundo…:):)), diz que me ama, que me adora e hoje me dissesse que também ama esta, aquela? Eu lá no fundo, não ficaria feliz, feliz. Poderia ficar um pouquinho, e pensar algo como “bem, ele é um querido, não é mesquinho, tem tanto amor para dar o meu menino” (looool) mas, huummm… feliz,feliz, não.. E depois se eu me apaixonasse por outra pessoa? Eu não acredito que seja possível AMAR (com maiuscula) duas, três pessoas, todas ao mesmo tempo e todas da mesma maneira. Há sempre um, uma…Bem, que grande confusão, não? :) Fernando, pergunta aos teus convidados se isso é mesmo possível?:)Já agora como conseguem gerir esses sentimentos todos?:):) Qual é a formula? Fará sentido o “conceito de casal”?

beijinhos para todos

p.s - k estranho, não refilei com isto;)

Ny night disse...

olá Alvim! Olá Jamaica!

Isto aqui está ao rubro!

Penso que o amor permite várias construções, umas mais exclusivas outras mais abertas. A nível emocional e físico acho bastante natural, a única reticência cai em encaixar aqui o modelo de casal. No swing as coisas estão definidas e mesmo havendo mais que sexo, não há outra relação amorosa ao mesmo nível. Como é que se define aqui isso?

Daniel Cardoso disse...

Ricardo, o meu primeiro comentário foi a uma tendência que acho algo irritante e já vi repetida em muitos outros sítios: o vocabulário standard é normal, o vocabulário que fala do "Outro" precisa de aspas ou outras conotações estilísticas. São as aspas ou os itálicos que criam a clivagem, porque se o assunto fosse, por exemplo, o casamento, ninguém se lembraria de escrever «"casamento"». Essas são demonstrações mais ou menos claras de arquétipos comunicacionais. Remeto para aqui como exemplo do que se poderia falar sobre isto. Precisamente por o Alvim poder estar apenas a evidenciar a palavra é que eu salvaguardei contra o uso dos itálicos da primeira vez e nada disse sobre o uso do negrito.

@ um pedacinho de mim:
Esse "AMAR" com maiúsculas de que falas é tão possível para o exemplo dos filhos que dás, como para o exemplo de companheiros de vida. O ser humano não tem uma definição assente, e dizer que algo nos é impossível (para além dos condicionalismos biológicos) é sempre um "perigo", na medida em que esbate contra todas as possibilidades concretas do individualismo, que tornam (quase) tudo possível. Coisas atrozes (sei lá, como a violação) e coisas lindas, como o amor.

Daniel Cardoso disse...

P.S. para o Ricardo... Como disse antidote, precisamos de palavras, conceitos, para exprimir experiências. Há um trabalho interessantíssimo sobre isso da Meg Barker, disponível on-line. Seja como for, penso que concordarás que o ser humano tem a necessidade imperiosa de nomear e conceptualizar, como forma de integrar experiências no seu pensamento abstracto, um pouco à moda do conceito de equilibração do Piaget.

Anónimo disse...

Poliamor? Essa é muito mto boa...No meu tempo, usava-se «tenho um coração grande...cabe lá mta gente..» e depois o discurso do bandido...!

Joao disse...

Este pessoal é muito complicado:
Já experimentaram fazer SEXO ......

Manuel disse...

Eh pa, nao me lixem. Poliamor e' um nome novo para ter mais que um parceiro e isso existe desde sempre. O facto de ser mutuamente aceite torna-o menos comum, mas nao mais moderno ou inovador por isso.
Tentem chamar-lhe iLove e ai e' que e' mesmo seculo XXI.

underscore disse...

Olha, um pedacinho de mim, é isso mesmo que penso quando penso na metáfora mais básica para utilizar com pessoas que tentam cimentar o dogma de amar só um por não haver espaço para mais: só se pode amar uma pessoa? Então só se pode amar um filho? Só um progenitor? Só um professor? Só um neto? Só um aluno? Mal de nós... No dia em que só pudermos amar UM QUALQUER COISA (mesmo que seja um detergente da louça!), estamos feitos! Feitos!

Pedro sem Nome disse...

=== Uma pergunta... ===

Quem pratica este tipo de relacionamento não tem ciumes?

Anónimo disse...

Allo allo a todos vocês,

Era mesmo isso que eu precisava para resolver os meus problemas.

Parece-me muito bem isto do poliamor. Não sei é se as outras pessoas aceitariam tal coisa...

Por mim estão abençoados, avé...

Irmã_Lúcia

Jakim José disse...

A diferença entre poligamia e poliamor é que num se contrai matrimónio e noutro não?

Cristina disse...

Se estar com um dá trablaho...com mais do que um, onde fica o «eu»???

Daniel Cardoso disse...

pedro sem nome:

tanto podem ter como não... cada pessoa é uma pessoa.

Anónimo disse...

poli-amor ou poli-sexo?
é apenas mais um nome para justificar a satisfação - ou não- dos infinitos apetites que nos assolam ao segundo. digam o que disserem, a relação a dois é a unica que funciona! "um não chega, dois é bom, três é demais" imaginem poli... Os ciúmes não pegam???? estão a gozar com quem?

Joao disse...

http://www.gmrtv.pt/video29.htm

Aqui o Alvim tava numa de poliamor.

Anónimo disse...

dizem que o ciúme ñ tem lugar neste tipo de relação...então e as pessoas que, como o alvim (e eu), são ciumentas?
então ser poliamoroso é algo que nos está inerente?
ser poliamoroso é o mesmo que ter o "coração grande"?

Daniel Cardoso disse...

"digam o que disserem, a relação a dois é a unica que funciona"

então como é que explica o anónimo as que têm mais do que duas e funcionam há anos?

Anónimo disse...

Ai, esta gentinha que n�o v� al�m do seu umbiguito e desperdi�a tempo de antena e o tempo dos ouvintes para repetir "n�o percebo, acho mal" em vez de ouvir e aprender...

Espero que Macedo de Cavaleiros tenha gente mais inteligente.

Para interven�es n�o-construtivas j� basta o apresentador do programa (numa r�dio que deveria prestar servi�o p�blico em vez de ser mais um Comercial).

Jose Cardoso disse...

Eu e mais cinco suecas votamos no poliamor!!! Viva o poliamor!

Mei & Chihiro disse...

A base aqui parte de uma confiança única e não ter necesidade de posse, a fidelidade não é ter o corpo do outro ou limita-lo. A fidelidade pode ser apenas respeitar esta liberdade de amar sem contenção.
A mentira, a traição são facilmente aceites, já os modelos de amor fora do tradicional fazem muita confusão. Estranho, não?

Anónimo disse...

Poliamorosos :-)

sem comentários

Jakim José disse...

Se a diferença entre poliamor e poligamia é o casamento.
Algum dos convidados é contra a poligamia? E se viverem a 3, uma vez que ao fim de dois anos um casal que viva junto, passam a serem herdeiros um do outro.
Não estou a ver sentido em serem contra um e a favor doutro.
E a utilização do preservativo, é usual entre os "grupos"?

Anónimo disse...

Tenho a impressão de que este tema foi uma escolha pessoal do capitão :-)

Alex

Anónimo disse...

aonde é que eu arranjo 2 meninas para fazer essas modernices????

antidote disse...

a Marisa modera muito bem e faz comentarios pertinentes, e incentiva a conversa a continuar fluentemente e com varios pontos de interesse. pena que o Ricardo insista no tom da brincadeira e que permita interrupcoes, pois perde se muito que seria interessante ouvir, para polis e nao polis ouvintes :-)))

gostava de MUITO falar com a ouvinte patricia :-))) e que ela entrasse em contacto connosco (connosoco: comunidade poliamor portuguesa).

a Lara, o Alex e o Jorge estao muito bem (nao seria de esperar outra coisa)

Anónimo disse...

Alvim, fazes-me o favor de perguntar ai á participante do sexo femenino se, uma vez que sou um leigo nesta matéria, me pode ela iniciar no maravilhoso mundo do poliamor? :-)

Vá lá Alvim... pleassseeeee

Pereira

Marta Rodrigues disse...

eu pergunto-me... onde é que isto vai parar???é homosexuais que querem casar e adoptar crianças, agora é poliamorosos...
Acho piada o facto de falarem em sinceridade, mas a siceridade ao meu ver não é desculpa para tudo... falam em que um pai pode amar varios filhos... ok tudo bem mas não vai começar a amar o filho do vizinho do lado ou eu não vou começar a chamar pai ao vizinho ou ao vendedor de jornais da esquina...
Pah tenho 23 anos e nao me considero nada retrogada, mas estas coisas não me entram lá muito na cabeça... Quanto ao ciume.. faz bem até é saudavel logo que não seja obcessivo obviamente...
Eu acho que isto de poliamor não é Amor é atracçao desejo sei la...

Cumprimentos**

Marta Rodrigues

Don Juan Lx disse...

O monoamor é contra-natura. A própria evolução e o aspecto do orgão sexual masculino comprovam isso. Os seres humanos são biologicamente poliamorosos e isso tem sido algo repudiado pela cultura religiosa mas praticado na sombra por toda a humanidade desde tempos imemoriais, seja em desejos seja em actos.

LOvie disse...

As crianças percebem naturalmente porque os esquemas familiares e constrangimentos são puramente impostos culturalmente. As crianças aceitam natualmente o amor.

Marinaovic disse...

Para mim, o que é verdadeiramente importante é ser-mos honestos e respeitarmo-nos a nós mesmos...Assim será impossível faze-los aos outros...principalmente aos que ama-mos...seja 1, 2, 3 ou 7895329 pessoas...
(:

Anónimo disse...

Qual é o blog dos Poliamorosos?

Viva a liberdade de escolha! E o resto é conversa!!

Monoamoroso

Anónimo disse...

Eu sou poliamorosa... amo mais que uma pessoa ao mesmo tempo e isso faz-me entrar em conflito interno... n consigo estar com 2 ou mais amores na mesma altura da minha vida... valorizo essa vossa capacidade

sejam felizes!

Acropolis disse...

De certa forma, o Poliamor é um "luxo" apenas acessível a algumas mentalidades com determinados requisitos que passam pelo respeito, confiança, sinceridade, verdade, inteligência, ética e sensibilidade.

Contrariamente ao swing, o Poliamor assenta na afectividade e não apenas na sexualidade.

De qualquer forma, o problema das definições ou "rótulos" nestes campos da intimidade, é a tentação de criar regras rígidas por forma a standardizar a definição; é uma restrição que não faz sentido porque tanto no Poliamor como no Swing deve existir (e existe) a liberdade pessoal de vivenciar a intimidade, da mesma forma que isso acontece nas relações socialmente comuns, cada caso é um caso.

Finalizando, é notável a forma como culturalmente se aceita a traição dentro dos "jogos" das relações humanas, que se baseiam muito em pequenas e grandes manipulações mas depois faz muita confusão uma postura aberta, sincera, verdadeira e esclarecida.

Um Abração aos meus Amigos Jorge&Lara, parabéns pela excelente contributo no esclarecimento das mentes portuguesas.

Beijinho para a Marisa e um abraço para Fernando Alvim

Atomic Kitten disse...

Parabéns a todos foi um tema excelente!
Parabéns Marisa pela audácia do tema, são longe mais pertinentes e comprometidas as tuas contribuições para a PO.

antidote disse...

http://www.poliamor.pt.to/

Anónimo disse...

laundrylst.blogspot.com

Jakim José disse...

Bem se responderem a esta estão oficial e eternamente classificados como liberais.

Praticam a dupla ameaça, mais conhecida por dupla penetração? (no caso dos convidados)

veronique disse...

mas e voces sentem ciume ou nao? o k sentem?

Isabel disse...

adorava conseguir praticar o poliamor...já gostei de mais de uma pessoa ao mesmo tempo e sei k e possivel,mas sofri por não ser capaz...acho que não os conseguia juntar e estar com os dois ao mesmo tempo. mas gostava dos dois de maneiras diferentes....
vou ler sobre o assunto....quem sabe!!!! alias o meu namorado, diz que eu seria mais feliz se vivesse flirts, em vez de estar numa relação. beijos

antidote disse...

Isabel: é possivel.

Veronique: é possivel controlar o ciume, se fores capaz de controlar a inseguranca. nao sei se se pode eliminar completamente o ciume.

Anónimo disse...

Como poliamoroso, posso dizer que pode haver ciúmes e há que lidar com o sentimento e perceber de onde vem. Nada é fácil no amor.

Mas ciúmes há também em relacoes monogâmicas e sao muitas vezes ignorados.

underscore disse...

Aí está: e a insegurança depende muito da dádiva dos demais, com o grau de seriedade e comprometimento com que as outras partes cumprem o seu papel, com a honestidade e dedicação
à causa da honestidade e de atender em primeiro lugar às necessidades dos outros, não colocando sistematicamente os desejos próprios em primeiro lugar do que o equilibrio de todos.

E isso, parece-me, só está ao alcance de alguns. Pelo que, concordando inteiramente com o que atrás foi sito, é de facto só para alguns. A missão exigente que se coloca a cada um ao celebrar uma relação destas é o de saber esoclher os parceiros pelas qualidades específicas que lhes são exigiveis numa relação deste tipo, um pouco mais exigentes que as que se exigiriam em contextos mono.

De outra forma, quando os intervenientes não estão ao nível do que se exige, as relações não precisam de sanção social para terminarem: estouram por si. Experimentem e vejam.

underscore disse...

E por amor de Deus, não havia outra foto?...

antidote disse...

costumo dizer que poli nao é para quem quer ter muitos/As parceiros/as. é para quem aguenta que os/as parceiro/as facam finalmente o mesmo. Ai é que se ve se os preconceitos sairam da cabeca ou se tambem dos "intestinos" (respostas mais primais).

cumprimentos a todos/as

Manuel Santos disse...

Confesso que sou mt open mind
e receptivo a todos os comportamentos que contribuem para a felicidade humana e a energia positiva no planeta...

Uma das razões do térmito da minha ex relação foi mesmo a minha sinceridade com a minha ex. Não! naõ a trai... mas em conversas intimas apenas fazia referencia aos pensamentos vagos destas formas de se estar numa relação!
Formas que ainda são tabus para muita gente...
e que no fundo todos pensam e desejam apesar de naõ serem capazes ou lá que outra justificação possam dar!

de qualquer forma...

muitos parabéns para aqueles que realmente consegue encontrar alguém que os consiga respeitar inteiramente mas reafirmo inteiramente e completamente...
para os mais compreensivos eles sabem a que eu me refiro :)
(ou tlv não lool )

beijos à prima :)

Anónimo disse...

Desculpem publicar como anónimo, mas senão tinha de me registar e não estou para isso...

Desculpem também a minha frontalidade, mas a mim parece-me que cada vez mais se inventam termos para justificar que uns são melhores que outros (ou menos anormais ou mais normais) para um assunto que cada um decide por si combina com os seus e a mais ninguém deve dizer respeito: Heterosexualismo, Homosexualismo, Bisexualismo, Sadomasoquismo, poligamia, monogamia, swing, poliamor e a pata que os pôs quer apenas dizer que cada um escolhe o que que quer e dá-lhe o nome que quiser. O fenómeno é sempre o mesmo e cada um escolhe a capa que pretende: Pra cima dela, dele, delas, deles em conjunto ou um a um e pronto.Afinal não andamos cá para isso? --- Façamos mais programas de rádio que é disto que a malta gosta. Parabéns Alvim, começas a entrar no grupo dos comunicadores que em qualquer meio de comunicação acha importante ter temas de 'm...' e dizer umas coisas. Quando mais bajuladas e patéticas melhor que causam mais impacto. Mais uns dias e arranjas um show tipo Unas! - Tens mesmo a certeza que é com isto que a malta se preocupa todos os dias? Que tal meteres de vez em quando uns temas mais sérios a brincar como 'em que é que a malta gasta o seu tempo?', 'o que os preocupa?', 'hobbys da malta jovem', 'o que pensa da nossa capacidade e competitividade?' e a rapaziada do estrangeiro, que é que anda a fazer? Be real, porque quanto a sexo a malta desenrrasca-se de uma maneira ou de outra. Por isso é que a Cicciolina te dá a tanga das canções e manda ás batatas o teu programa sobre a feira do sexo. Cresce lá um bocado, vá lá, ... como jornalista claro, como homenzinho é mesmo contigo e tal como o tema, é problema teu!

umpardalesboaçante disse...

Grd tema .. sem duvida ... mas porque que os animais podem ser poligamicos e nos nao ... mas porque la para os lados da arabia os sultoes podem ter um uma HAREM de mulheres e aqui para estes lados discute s tanto este problema ... por mim falo preciso de liberdade n consigo ser ave de uma so gaiola ... mas atençao em cada gaiola deixar um rasto de amor sem igual e vive lo intensamente...
P.S grande progama o vosso

Manuel Santos disse...

um pormenor...
Estas coisas todas devem ser rotuladas... dar lhe um nome...
para uma sociedade cada vez mais informativa é necessário denominar os comportamentos e atitudes para sabermos do que estamos a falar ou debater.
Para todos terem o ponto de referência de uma determinada conversa e não se perder com divagações a tentar explicar determinado desejo ou politica de vida que é menos usual ou aceite na nossa sociedade!!!

E sobre temas interessantes...
Será alguma coisa mais interessante do que esclarecer e dar a conhecer novas coisas, formas de estar, formas de vida, algo que nos ajude a auxiliar a nos completarmos e assim soltar-mo-nos das redes que envolve o comum Ser Humano...

ps: não é preciso registares para dar um nome ao post!

Anónimo disse...

Estava a irritar-me esta coisa de 79 comentários. Aqui fica, pois, o octagésimo.

Anónimo disse...

O POLIAMOR E UMA PATETICE de gente alienada que so quer e afogar o ganso

Anónimo disse...

Antes de ouvir o programa da prova oral pensava que era um conceito que só fazia sentido para mim porque cada vez que tentava esplanar este ponto de vista era completamente bombardeado. Mas nunca entendi como é que pode haver tanta infedilidade escondida no mundo e que tantos infiéis questionem este conceito. É incrivel o número de pessoas que são infiéis mas que não admitem que o parceiro o seja. Se alguém me conseguir explicar isto...
Segundo o meu ponto de vista o poliamor não invalida que encontremos uma só pessoa que nos complete, porque temos realmente liberdade total para encontrar o verdadeiro amor.

Anónimo disse...

Poliamor rules!!!!!!!!!

Casal Liberal disse...

Preferimos o velho e delicioso menage a trois convensional.
Onde se procra somente o sexo, preservando-se a parte afetiva somente entre o casal.