Hoje vamos ficar a saber como se faz um pai, de quanta argila, madeira sal e açúcar precisaremos; de quantas roldanas, o calibre dos parafusos e os chip’s aconselhados (fujam de certos processadores que volta e meia o bloqueiam). Para este propósito teremos connosco Francisco Abelha, jornalista e guionista, que acabou de publicar, pela Verso da kapa, o manual imprático Pai em Construção. A sinopse:
«Pai em Construção é o derradeiro manual de sobrevivência para todos os homens que já são ou estão a caminho de ser pais. Um livro de auto-ajuda para aqueles que desconhecem que a depressão pós-parto não é um exclusivo das mulheres. Trata-se de um relato íntimo, directo e, por vezes cruel, do nascimento e crescimento de um pai, que constitui a prova cabal de que qualquer energúmeno pode dar um razoável progenitor. Um livro para ser mantido fora do alcance das mães. A eficácia das teorias aqui defendidas assenta no seu desconhecimento por parte das mulheres. Por isso, a responsabilidade de o oferecer a alguma é inteiramente sua. Se não tem tempo a perder com leituras supérfluas, não leia mais nada além deste Pai em Construção, que aborda a paternidade pela perspectiva da testosterona, destruindo alguns preconceitos e erguendo outros tantos.»
Se ontem falámos dos casais, hoje vamos falar do resultado de certas brincadeiras entre casais; e os pais estão convidadíssimos a, via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue, partilhar connosco a sua auto-construção, desde o primeiro toque, «querido, estou com um atraso de duas semanas», à convivência com aquela barriga crescente, fértil em enjoos e desejos esquisitos; os pontapés do petiz preambulando glórias várias nesses relvados internacionais, o nascimento, a surpresa de verificar que não aparecem resplandecentes como nos anúncios, os sonos intermitentes, os cutchi cutchis e sei lá que mais. E queremos igualmente que as mães participem: não há melhores testemunhas para as azelhices dos pais. É. A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado.
«Pai em Construção é o derradeiro manual de sobrevivência para todos os homens que já são ou estão a caminho de ser pais. Um livro de auto-ajuda para aqueles que desconhecem que a depressão pós-parto não é um exclusivo das mulheres. Trata-se de um relato íntimo, directo e, por vezes cruel, do nascimento e crescimento de um pai, que constitui a prova cabal de que qualquer energúmeno pode dar um razoável progenitor. Um livro para ser mantido fora do alcance das mães. A eficácia das teorias aqui defendidas assenta no seu desconhecimento por parte das mulheres. Por isso, a responsabilidade de o oferecer a alguma é inteiramente sua. Se não tem tempo a perder com leituras supérfluas, não leia mais nada além deste Pai em Construção, que aborda a paternidade pela perspectiva da testosterona, destruindo alguns preconceitos e erguendo outros tantos.»
Se ontem falámos dos casais, hoje vamos falar do resultado de certas brincadeiras entre casais; e os pais estão convidadíssimos a, via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue, partilhar connosco a sua auto-construção, desde o primeiro toque, «querido, estou com um atraso de duas semanas», à convivência com aquela barriga crescente, fértil em enjoos e desejos esquisitos; os pontapés do petiz preambulando glórias várias nesses relvados internacionais, o nascimento, a surpresa de verificar que não aparecem resplandecentes como nos anúncios, os sonos intermitentes, os cutchi cutchis e sei lá que mais. E queremos igualmente que as mães participem: não há melhores testemunhas para as azelhices dos pais. É. A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado.