Um thriller indiano
Arredei a secretária para um canto porque estou com o pressentimento de que é hoje que o candeeiro do tecto vai cair - e ainda que não me caia em cima, veremos se conseguirei escrever este post até ao fim, uma vez que o computador anda há que tempos a preambular avarias (neste momento bato na madeira, três vezes, não vá o diabo tecê-las - logo o diabo que é um tecelão e pêras, sempre a fazer-nos casaquinhos incómodos). Proibi também o gato preto cá da casa (chama-se Engenheiro) de se cruzar comigo, mas o engraçadinho volta e meia aparece à entrada do escritório com um sorriso sarcástico estampado nos bigodes, ameaçando avançar; eu, de dedo em riste, advirto-o, «Engenheiro!, não!», enquanto ele se finge distraído: «Engenheiro!, quieto!» - e só pára mesmo mesmo quando lhe ameaço cortes radicais na ração (raios partam os gatos, devia era ter dado ouvidos à minha avó, que sempre me aconselhou um cágado ou um canário; mas qual quê, um tipo arma-se em rebelde e mete-se em azares).
É sexta-feira dia treze, sim senhor, e vamos falar de superstições. Estará connosco um senhor bruxo, Francisco Guerreiro, autor de «Os dias de um Bruxo» e «Orações e rituais para todos os problemas» (e aproveitem as consultas on-line «após transferência bancária, cheque ou vale postal no valor de 40€. Após boa cobrança, a consulta dura cerca de 1 hora»); igualmente em estúdio, a Dra. Maria Luísa Albuquerque, que é parapsicóloga; e, ao telefone, alguém que dispensa apresentações: o Professor Herrero, mágico, hipnotizador, faquir, estudioso (de parapsicologia cientifica), autor de livros como A Masoquista, que relata um caso real de uma paciente que tinha sido violada em criança e que, submetendo-se à hipnose durante um ano, regredindo várias vezes à infância, libertou-se das «correntes» que durante mais de vinte anos a isolaram; Os mortos não falam, que «escalpeliza» as curas espirituais e paranormais, exorcismos, lutas contra o diabo, o mistério de uma pedra da localidade de Lagoa, os fenómenos da parte oculta da mulher, etc.; Um cagalhão na tola, livro, segundo as palavras do autor, «social, que sugere a mudança para uma nova consciência» (a capa, que mostra o Professor Herrero com o dito cujo na cabeça, significa «pôr aquilo que consideramos lixo mental, fora do nosso cérebro, por analogia, com o que está a mais na massa cinzenta»). Além de todas estas actividades, de realçar a sua faceta de organizador do famoso «Jantar dos 13», cujos propósitos (bem como o sugestivo menu) podem ser apreciados aqui.
Quanto a vocês, para lá das perguntas que queiram fazer aos nossos convidados, contem-nos das vossas superstições, se há alguma coisa que absolutamente evitam num dia como o de hoje, se costumam ir à bruxa, se acreditam em fantasmas, espíritos, retomas económicas e democracia no Iraque.
Podem usar o 800 25 33 33, se a linha não cair, e a caixa de comentários do blogue, se o blogger não estiver em baixo para manutenção. Mas nem que chovam picaretas ou martelos pneumáticos, estarão cá, a partir das 19, o Fernando Alvim e a Rita Amado. E agora vou-me - a água ferve e a chaleira apita -, preparar uma infusão de Pau de Cabinda.
E por falar em coisas enguiçadas, segunda-feira o assunto será TLEBS (Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário). Isto, se pudermos vir na segunda-feira, que o fim de semana é longo e nunca se sabe.
É sexta-feira dia treze, sim senhor, e vamos falar de superstições. Estará connosco um senhor bruxo, Francisco Guerreiro, autor de «Os dias de um Bruxo» e «Orações e rituais para todos os problemas» (e aproveitem as consultas on-line «após transferência bancária, cheque ou vale postal no valor de 40€. Após boa cobrança, a consulta dura cerca de 1 hora»); igualmente em estúdio, a Dra. Maria Luísa Albuquerque, que é parapsicóloga; e, ao telefone, alguém que dispensa apresentações: o Professor Herrero, mágico, hipnotizador, faquir, estudioso (de parapsicologia cientifica), autor de livros como A Masoquista, que relata um caso real de uma paciente que tinha sido violada em criança e que, submetendo-se à hipnose durante um ano, regredindo várias vezes à infância, libertou-se das «correntes» que durante mais de vinte anos a isolaram; Os mortos não falam, que «escalpeliza» as curas espirituais e paranormais, exorcismos, lutas contra o diabo, o mistério de uma pedra da localidade de Lagoa, os fenómenos da parte oculta da mulher, etc.; Um cagalhão na tola, livro, segundo as palavras do autor, «social, que sugere a mudança para uma nova consciência» (a capa, que mostra o Professor Herrero com o dito cujo na cabeça, significa «pôr aquilo que consideramos lixo mental, fora do nosso cérebro, por analogia, com o que está a mais na massa cinzenta»). Além de todas estas actividades, de realçar a sua faceta de organizador do famoso «Jantar dos 13», cujos propósitos (bem como o sugestivo menu) podem ser apreciados aqui.
Quanto a vocês, para lá das perguntas que queiram fazer aos nossos convidados, contem-nos das vossas superstições, se há alguma coisa que absolutamente evitam num dia como o de hoje, se costumam ir à bruxa, se acreditam em fantasmas, espíritos, retomas económicas e democracia no Iraque.
Podem usar o 800 25 33 33, se a linha não cair, e a caixa de comentários do blogue, se o blogger não estiver em baixo para manutenção. Mas nem que chovam picaretas ou martelos pneumáticos, estarão cá, a partir das 19, o Fernando Alvim e a Rita Amado. E agora vou-me - a água ferve e a chaleira apita -, preparar uma infusão de Pau de Cabinda.
E por falar em coisas enguiçadas, segunda-feira o assunto será TLEBS (Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário). Isto, se pudermos vir na segunda-feira, que o fim de semana é longo e nunca se sabe.