quinta-feira, novembro 22, 2007

Crónica da Vida Social dos Ocultistas



Luís Filipe Sarmento é jornalista, escritor, tradutor e realizador de vídeo e televisão e vem aqui hoje apresentar o seu romance Crónica da Vida Social dos Ocultistas (edição Zéfiro; e podem ler aqui o primeiro capítulo), uma sátira tenaz sobre o «chamado mundo do esoterismo. A leitura da Crónica da Vida Social dos Ocultistas revela-se compulsivamente cativante porque provoca, satiriza, por vezes choca. Um livro divertido, muito actual, que lança o descrédito sobre os falsos ocultistas que se aproveitam da ignorância e da credulidade dos outros».

Ficaremos com este livro, finalmente, a saber coisas sobre o quotidiano do Professor Karamba, do Professor Amine, do Mestre Pau-Santo, do Vidente Botim de Prata, do Médium Coça-me as Costas e sei lá quem mais – todos eles nossos conhecidos nem que seja apenas por causa dos papelinhos que costumam deixar-nos presos ao limpa pára-brisas do carro? Precisará um vidente de provar o vinho para lhe saber a casta, o ano e a micose no pé de um dos pisadores do lagar? Como fará o Professor Karamba para escolher uma meloa no hipermercado? Recorrerá à apalpação como todos nós, comuns mortais?

Perguntas e comentários deste e doutro mundo para o 800 25 33 33 e caixa de comentários do blogue, a parir das 19 com Fernando Alvim e Cátia Simão.

quarta-feira, novembro 21, 2007

Diga 33


Quantas vezes não saiu de um consultório médico com um diagnóstico que para si era "chinês"? Quantas vezes não se viu com dificuldade em compreender uma bula? Quantas vezes não conseguiu decifrar o que vinha escrito nos resultados dos seus exames? Este livro vai ajudá-lo a resolver este tipo de problemas. Compreender a linguagem utilizada pelos profissionais da saúde é o objectivo deste manual, redigido numa linguagem simples e clara. Saber os termos utilizados na medicina não o obriga a ter conhecimentos profundos nesta área, mas não há dúvida que lhe vai facilitar a vida de todos os dias. Este é o primeiro livro português que procura desmistificar a linguagem médica.»

E o livro de que falamos é o Dicionário Médico Para Todos (Edição Livros d'Hoje), da autoria de Themudo Barata, nosso convidado, especialista em Fisiologia do Esforço no Human Performance Laboratory da Universidade do Texas, onde trabalhou até 1992, e donde saiu para ser médico do Sporting Clube de Portugal até 2001.

Aproveitemos então para – à laia de catarse – despejarmos aqui os termos mais indecifráveis que nos apareceram à frente nalgum exame ou nalguma sentença clínica, que o nosso médico de serviço explicar-nos-á o que querem dizer; e podemos igualmente fazer ao contrário: pegar em termos populares – tipo bicos de papagaio, espinhela caída, catarro derradeiro – e decifrá-los em directo. E vocês, costumam ler a bula dos medicamentos como quem lê um belo romance surrealista?; ainda se lembram do dia em que descobriram o que queria dizer «posologia diária»? E às vezes, público bem informado acerca dos termos técnicos todos, não acaba em «público com a mania que é médico» e que desata a auto-diagnosticar-se e a auto-medicar-se?

Telefone – 800 25 33 33 – e caixa de mensagens do blogue disponíveis para a vossa participação com perguntas e comentários. A partir das 19, com o dr. Fernando Alvim e a bela enfermeira Xana Alves. Prometemos que não vai doer nada.


PS: para os interessados, a música que abriu ontem a Prova Oral, é de Samim e chama-se Heater – ide, pois, youtubar em demanda da dita cuja.

terça-feira, novembro 20, 2007

O que elas pensam



Hoje vamos abordar um dos enigmas mais intricados do universo: o que é que vai na cabeça das moçoilas? Para nos ajudar a resolvê-lo (ou baralhá-lo ainda mais, logo saberemos), a nosso convidada de hoje, Rute Moreira, acabou de editar o Livro Para Saber o que as Raparigas Pensam (edição Guerra & Paz). Eis a sinopse:

«O que é que eu tenho de mudar
para ela gostar de mim ?

E se elas não quiserem nada connosco...
Damos-lhe um estaladão ?!

O que é que fazemos
quando elas nos irritam ?

Como é que é namorar…
o que é que se faz ?

Como é que eu sei se ela gosta de mim ?

Estas são algumas das perguntas que integram este livro. Uma conversa sobre as raparigas, os namoros e a vida, à procura de respostas para as dúvidas de um adolescente. Uma conversa entre uma mãe e um filho onde muitos segredos femininos são revelados, sem tabus, e com os cómicos de situação com que, ao longo do tempo, fomos desenhando este delicioso mundo dos relacionamentos entre homens e mulheres! Não é um livro de teorias. São só coisas que aconteceram, exemplos práticos e reais vistos à lupa, numa partilha de vivências, de sentimentos e maneiras de entender o mundo e a vida.

O Livro para Saber o que as Raparigas Pensam foi escrito para um rapaz adolescente mas é um livro aberto a qualquer pessoa. Aos rapazes adolescentes que também têm dúvidas, às raparigas que possam estar interessadas em descobrir como é que os rapazes pensam e o que é que os preocupa, e a todos os homens e mulheres que tenham deixado, na adolescência, algumas dúvidas por esclarecer.

É, por contingência e contexto, uma perspectiva feminina sobre os namoros, a vida e o modo como nos relacionamos com os outros e com a vida. Para o completar, no prefácio, guardamos uma perspectiva masculina do assunto, pela mão do Sérgio Godinho. Vejam então este livro como uma partilha. Partilhem as perguntas que guarda e procurem encontrar as vossas próprias respostas.»

Comentários, perguntas: estão eles e elas convidados a participar, via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue, a partir das 19, com um dos duos «ele e ela» mais conhecidos da rádio portuguesa: Fernando Alvim e Cátia Simão.

segunda-feira, novembro 19, 2007

A Violência



Notícias de violência (ou «violências», já que as há muitas e diferentes), pululam que nem cogumelos pelos noticiários – embora os cogumelos não tenham culpa – e é inevitável a sensação de que a nossa sociedade actual é mais violenta do que era há uns anos. Mas será mesmo assim?, ou o que acontece é que hoje as notícias sobre violência são mais empoladas?

Seja como for, que ela existe, existe; e é hábito preferir vítimas mais fragilizadas, sem muito «corrimão» por onde se agarrarem – como por exemplo os imigrantes. E é sobretudo da violência exercida sobre alguns deles que vamos falar nesta emissão, com nosso convidado, de nome Nuno (sim, Nuno apenas), que é especialista nas máfias de Leste – e nos irá contar tudo sobre o assunto: como apareceram por cá, como actuam, que vítimas escolhem, que diferenças há entre elas e as outras máfias, o que se tem feito para as combater, e por aí adiante.

Perguntas e comentários via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue – a partir das 19, com Fernando Alvim e Marisa Jamaica.

quinta-feira, novembro 15, 2007

Bom ambiente



Eis uma emissão de rádio contra as emissões de CO2. E perguntam-nos vocês: «a que devemos este trocadilho tão gracioso logo a abrir o post?». Então (para usar uma expressão originalíssima), é assim: o programa ambiental Climate Change College convidou os jovens portugueses a apresentar soluções concretas que diminuam as emissões de CO2 – que culminará com a sua ida ao evento final em Novembro, na Holanda, para seleccionar oito campanhas finalistas que vão ser implementadas. Depois, vai levar os vencedores a uma expedição ao Árctico, durante uma semana, para conhecer o quotidiano dos esquimós Inuit e testemunhar os efeitos do aquecimento global.

Como sempre acontece na Prova Oral, pegamos numa ponta do assunto e vamos por aí fora. E hoje não será excepção; com as nossas convidadas, Marta Quelhas e Rita Antunes, falaremos especificamente do Climate Change College, sim, mas também de Ambiente de uma maneira mais alargada: se a questão do aquecimento global é 1) menos grave do que parece, 2) tão grave quanto parece, 3) gravemente subestimada; se os nossos hábitos de lesa-ambiente se modificaram de facto ao longo dos anos (ou é só fogo de vista? ou modificaram-se mas para pior?); o que pode cada um de nós fazer no seu dia-a-dia de forma a melhorar o estado das coisas.

Desfaçam mitos, descodifiquem chavões científicos que nunca souberam muito bem o que querem dizer, façam perguntas, juntem comentários, via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Xana Alves.