quarta-feira, novembro 14, 2007

O que é nacional é bom?



Talvez não seja bom só por ser nacional, mas também não tem que ser mau por isso. Sobre a marca Portugal debruçaram-se os dois convidados de hoje, tendo resultado desse «debruçamento» dois livros (cada um com o seu, naturalmente, que não queremos cá intimidades). Ora, são eles – os convidados e os livros – Carlos Coelho, que é considerado uma das referências portuguesas na construção e gestão de marcas e que editou Portugal Genial (edição Diário Económico), onde apresenta «uma profunda investigação sobre as national equities (não desesperem, ele explicará o que raio é isto das national equities) que tornam o nosso país único, numa visão desafiante sobre 82 genialidades portuguesas capazes de contribuir para a afirmação contemporânea da marca Portugal no mundo». O outro convidado é Henrique Agostinho, autor de Vende-se Portugal (Edições Silabo), que conta como «Portugal perde por ano 10% da sua riqueza nos mercados internacionais. Um custo insuportável que podia ser eliminado, se a Marca Portugal não fosse gerida com os pés por comissões de burocratas. Sem meias medidas, este livro descreve um método de gestão para a Marca Portugal através do qual se arranca ao leitor uns sorrisos ou se torna Portugal um país rico e com um bem sucedido comércio externo».

Estão lançadas as bases da conversa. Vamos falar de como pode a designação «produto português», seja em batatas, iogurtes, bigodes, aparelhos dentários, ceroulas, software, música, literatura, futebol, etc., afastar, atrair ou deixar indiferentes os transeuntes. E como funciona com vocês?, produto nacional é, à partida bom, é, à partida, de se lhe torcer o nariz e desconfiar – ou não é nem uma coisa nem outra, que isto só experimentando?

Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

terça-feira, novembro 13, 2007

O desafio

Em resposta ao nosso desafio lançado hoje em antena, respondeu-nos Kathy A. Rodrigues, com estas fotos tiradas em Long Beach Island, nos Estados Unidos.





Anteciparte



O evento: «entre os dias 8 e 18 de Novembro, no Museu Nacional de História Natural, em Lisboa, vai ter lugar o maior evento nacional de incentivo à arte jovem – o Anteciparte Milenium BCP, no qual será apresentado, em primeira mão, a uma selecção da mais jovem expressão artística nacional, com obras de 13 artistas.

Foram 133 os candidatos que apresentaram as suas candidaturas para o projecto Anteciparte Milenium BCP, um concurso dirigido a todos os estudantes finalistas das várias escolas de arte nacionais, que se candidataram apresentando os seus portefólios e propostas de trabalho. No próximo dia 8 o projecto apresenta os trabalhos dos artistas finalistas seleccionados, mostrando o que de mais recente e melhor qualidade se está a produzir em Portugal no campo das artes plásticas.

Os finalistas: Ana Manso (1984) FBAUL; Carlos Filipe (1978) ESAD-Caldas da Rainha; Gonçalo Sena (1984) FBAUL; Liane Bosquê (1980) Ar.Co.; Mário Ambrózio (1982) Instituto Politécnico de Tomar; Mónica Gomes (1981) MauMau; Nuno Vicente (1981) ESAD-Caldas da Rainha; Ricardo Brito (1976) ESAD-Caldas da Rainha; Ricardo Leandro (1982) & César Engström (1982) Universidade de Évora; Rita GT (1980) MauMaus; Sónia Lopes (1982) Instituto Politécnico de Tomar; Susana Pedrosa (1983) MauMaus

Agora, a nossa convidada, Lúcia Marques, que é um dos elementos do júri: «Lúcia Marques é curadora e crítica de arte. Nasceu em Lisboa (1974), onde vive e trabalha. Formou-se em História da Arte e actualmente está a terminar o Mestrado em Estudos Curatoriais na Faculdade de Belas Artes (Universidade de Lisboa, em colaboração com a Fundação Gulbenkian). De 1999 até ao momento actual já publicou uma diversidade de artigos em jornais, revistas e catálogos e, entre 2001 e 2006, trabalhou no Instituto das Artes do Ministério da Cultura em Portugal. A sua experiência no ensino tem-se centrado principalmente na fotografia e, mais recentemente, nas práticas curatoriais contemporâneas.»

A conversa: sobre a mesa vai estar muito mais que o Anteciparte, vamos à boleia deste evento e falaremos das artes plásticas que se fazem em Portugal, das aspirações e apreensões dos jovens em início de carreira, se é possível, num país com a dimensão do nosso, falar em «carreira» nesta área; dos cursos, da subsistência, dos públicos, da divulgação, da internacionalização e por aí adiante.

Perguntas, comentários, impressões sobre a vossa experiência como público ou como artistas, são bem-vindas – para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

segunda-feira, novembro 12, 2007

Chapéus há muitos



Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético – embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a técnica Six Thinking Hats vê reconhecida a sua eficácia a diferentes níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem vindo a ser utilizada no âmbito da educação, como uma técnica que pode ajudar os mais novos a pensar, a explorar o pensamento, estimulando a criatividade. Ensine os seus filhos a pensar, é a proposta de Edward de Bono».

Pois é, sempre desconfiei que o chapéu do Sherlock Holmes não era inocente. Nem a boina do Luís Filipe Borges. Nem o capacete do Darth Vader. Nem a pluma do Dartacão. E vocês, como se relacionam com os vossos chapéus?, que pensamentos vos inspiram eles, para além do típico (no caso do gorro das manhãs de geada) «está um frio do caraças»?

Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Marisa Jamaica.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Passatempo José Cid





Portuguese Boys, de José Cid
(Álbum «Pop Rock e Vice Versa)


Atenção, muita atenção, realizadores de vídeos de garagem e afins: o nosso grande José Cid, farto de nos dar música, propôs que agora lhe déssemos... imagem; ou seja, está aberta oficialmente a campanha Um vídeo para José Cid e para o tema Portuguese Boys, do seu mais recente álbum Pop Rock e Vice Versa. O passatempo consiste, pois, em que vocês realizem o dito cujo e o submetam à nossa douta avaliação: o vídeo vencedor passará a ser o vídeo oficial do Portuguese Boys do José cid – coisa que vos ficará muito bem no currículo –, com direito a estreia no Top +, entrevista ao realizador e – o mais importante de tudo – oferta de um bilhete duplo para um grande concerto do nosso artista, a acontecer em finais de Novembro.

O Júri será composto por Fernando Alvim (em representação da Prova Oral), Daniel Oliveira (pela parte do Top+) e David Benasulin (da editora Farol Música). O prazo para o envio dos trabalhos terminará a 22 de Novembro e a nossa morada é:

PASSATEMPO JOSÉ CID
Antena 3/ Prova Oral
Av. Marechal Gomes da Costa, nº 37
1849-030 Lisboa

No canto superior direito do blogue, estão os endereços electrónicos para onde devem escrever a tirar dúvidas. Agora, mãos à obra que o tempo urge.