Talvez não seja bom só por ser nacional, mas também não tem que ser mau por isso. Sobre a marca Portugal debruçaram-se os dois convidados de hoje, tendo resultado desse «debruçamento» dois livros (cada um com o seu, naturalmente, que não queremos cá intimidades). Ora, são eles – os convidados e os livros – Carlos Coelho, que é considerado uma das referências portuguesas na construção e gestão de marcas e que editou Portugal Genial (edição Diário Económico), onde apresenta «uma profunda investigação sobre as national equities (não desesperem, ele explicará o que raio é isto das national equities) que tornam o nosso país único, numa visão desafiante sobre 82 genialidades portuguesas capazes de contribuir para a afirmação contemporânea da marca Portugal no mundo». O outro convidado é Henrique Agostinho, autor de Vende-se Portugal (Edições Silabo), que conta como «Portugal perde por ano 10% da sua riqueza nos mercados internacionais. Um custo insuportável que podia ser eliminado, se a Marca Portugal não fosse gerida com os pés por comissões de burocratas. Sem meias medidas, este livro descreve um método de gestão para a Marca Portugal através do qual se arranca ao leitor uns sorrisos ou se torna Portugal um país rico e com um bem sucedido comércio externo».
Estão lançadas as bases da conversa. Vamos falar de como pode a designação «produto português», seja em batatas, iogurtes, bigodes, aparelhos dentários, ceroulas, software, música, literatura, futebol, etc., afastar, atrair ou deixar indiferentes os transeuntes. E como funciona com vocês?, produto nacional é, à partida bom, é, à partida, de se lhe torcer o nariz e desconfiar – ou não é nem uma coisa nem outra, que isto só experimentando?
Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Cátia Simão.
Estão lançadas as bases da conversa. Vamos falar de como pode a designação «produto português», seja em batatas, iogurtes, bigodes, aparelhos dentários, ceroulas, software, música, literatura, futebol, etc., afastar, atrair ou deixar indiferentes os transeuntes. E como funciona com vocês?, produto nacional é, à partida bom, é, à partida, de se lhe torcer o nariz e desconfiar – ou não é nem uma coisa nem outra, que isto só experimentando?
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