Mais uma vez, músicos à conversa na Prova Oral – e hoje o convidado é o Seu Jorge, que tem andado por cá a dar uma série de concertos (anotem: amanhã, dia 9, será em Portalege, no Centro de Artes e Espectáculos, e dia 12 no Coliseu de Lisboa).
Vale a pena transcrever este excerto da Wikipedia sobre o nosso convidado (sim, eu ao menos revelo a fonte dos textos; e sim, está escrito em português do Brasil, e viva a diferença): «primogênito de quatro filhos, Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os bailes funks da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite. Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator. Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.»
Podemos falar deste percurso atribulado, onde um indivíduo se pode meter em muita coisa má, mas afinal mete-se na música; das diferenças entre o público brasileiro e o português – como tem Seu Jorge sentido a coisa –; de sotaques, de penteados, do cores de pele e de viagens; da música brasileira cá e da música portuguesa lá – e porque é que este segunda, ao contrário da primeira, se vê tão aflita –, etc.
Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue, a partir das 19 com Fernando Alvim e Cátia Simão.
Vale a pena transcrever este excerto da Wikipedia sobre o nosso convidado (sim, eu ao menos revelo a fonte dos textos; e sim, está escrito em português do Brasil, e viva a diferença): «primogênito de quatro filhos, Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os bailes funks da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite. Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator. Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.»
Podemos falar deste percurso atribulado, onde um indivíduo se pode meter em muita coisa má, mas afinal mete-se na música; das diferenças entre o público brasileiro e o português – como tem Seu Jorge sentido a coisa –; de sotaques, de penteados, do cores de pele e de viagens; da música brasileira cá e da música portuguesa lá – e porque é que este segunda, ao contrário da primeira, se vê tão aflita –, etc.
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