
Pois é, a Crise (sim, com cê grande), lá por ser Crise, não quer dizer que seja como um carro desgovernado ou um bote furado inevitavelmente a caminho do fundo: há sempre coisas práticas e objectivas a fazer para lá de rogar à Divina Providência e acender velas aos santinhos todos. Quem no-lo diz é o nosso convidado de hoje, Martins Lampreia, um dos maiores especialistas nacionais no universo da Comunicação e do Marketing, que acabou de editar, pela Texto Editores (o lançamento será no dia 25 deste mês), Da Gestão de Crise ao Marketing de Crise, onde revela tudo o que é preciso saber para gerir uma situação de crise nos negócios e como obter o aproveitamento máximo das novas janelas de oportunidades que se abrem para uma empresa quando esta se vê confrontada com uma situação de crise.
Já dizia a minha avó «em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». Vamos abordar os principais erros da gestão em tempo de Crise e dissertar sobre se, pelo meio empresarial cá do burgo, ainda grassa muito o hábito de, como se diz no futebol, atirar a toalha para o chão, mal cheguem os primeiros indícios de que as coisas não estão a correr lá muito bem. Será o desespero e o pessimismo uma coisa muito nossa?, ou, antes pelo contrário, nestes tempos difíceis, o português faz honras à sua fama de desenrascado e, de facto, desenrasca-se? Por outro lado, abusa-se demasiado do desenrascanso (quer dizer, há, entre os empresários e afins, muito daquela mania chata de, quando dói, desenrascar a cárie dentária com uma aspirina em vez de ir ao dentista? E a broca, faz-vos impressão – ou choram só verdadeiramente na hora de pagar a consulta?)
Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue, a partir das 19, com Fernando Alvim.
Já dizia a minha avó «em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». Vamos abordar os principais erros da gestão em tempo de Crise e dissertar sobre se, pelo meio empresarial cá do burgo, ainda grassa muito o hábito de, como se diz no futebol, atirar a toalha para o chão, mal cheguem os primeiros indícios de que as coisas não estão a correr lá muito bem. Será o desespero e o pessimismo uma coisa muito nossa?, ou, antes pelo contrário, nestes tempos difíceis, o português faz honras à sua fama de desenrascado e, de facto, desenrasca-se? Por outro lado, abusa-se demasiado do desenrascanso (quer dizer, há, entre os empresários e afins, muito daquela mania chata de, quando dói, desenrascar a cárie dentária com uma aspirina em vez de ir ao dentista? E a broca, faz-vos impressão – ou choram só verdadeiramente na hora de pagar a consulta?)
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