terça-feira, outubro 16, 2007

O retorno da gataria



Os Gato Fedorento lançam hoje o DVD do «Diz que é uma espécie de magazine» e vão rebolar-se durante todo dia (desde as 8, imaginem) pelos telhados de zinco quente da Antena 3; e, naturalmente, montarão tenda também na Prova Oral. Os quatro: José Diogo Quintela, Tiago Dores, Miguel Góis e Ricardo Araújo Pereira. Mas não só: hoje a emissão será de duas horinhas, indo das 18 às 20 (mantendo-se a Linha Avançada de José Nunes no horário habitual, às 18h50). Vamos fazer um pequeno balanço da carreira dos humoristas que viraram o humor do avesso, falar dos ossos do ofício, da tolerância e falta dela, dos tabus, do humor batidíssimo que se deve a todo o custo evitar – ou talvez não –, do bom e do mau gosto e fazer trocadilhos (prometemos um ou outro mesmo mesmo muito insonsos).

Vocês podem e devem participar, com perguntas & comentários sobre todos estes temas e os que mais vos ocorrerem, via costumeiro 800 25 33 33 ou caixa de mensagens do blogue. Não se esqueçam, hoje é a partir das 18, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Lei da Atracção



Mais uma workshop em cena na Prova Oral – porque as há para todos os gostos e de todos os feitios –; desta feita, a matéria abordada, será a Lei da Atracção. Diz-nos o resumo:

«Tudo que vem até nós é atraído por nós mesmos. É atraído até nós pelas imagens que mantemos na nossa mente. O modo mais simples de se encarar a LEI DA ATRACÇÃO é imaginarmo-nos a nós mesmos como um imã. Um imã atrai outro imã. A LEI DA ATRACÇÂO diz que semelhantes se atraem, tendo em vista que esta é uma lei que trabalha no nível do pensamento. O nosso trabalho, como seres humanos, é pensar no que nós queremos e deixar isso absolutamente definido nas nossas mentes. A partir daqui nós passamos a invocar uma das leis mais poderosas do universo: A LEI DA ATRACÇÃO. Nós tornamo-nos naquilo no qual nós mais pensamos, mas também atraímos aquilo no qual mais pensamos. E esse princípio pode ser resumido em quatro palavras simples:

PENSAMENTOS TORNAM-SE COISAS. Muitas pessoas não percebem que pensamentos têm uma frequência. Todo pensamento tem uma frequência. Podemos medir um pensamento. Então se nós pensamos na mesma coisa por várias e várias vezes, se mantemos aquela imagem na cabeça: aquele carro novo, o dinheiro de que precisamos, montar aquela empresa, encontrar o(a) companheiro (a) da nossa vida. Se imaginamos como seriam essas situações, emitimos uma determinada frequência consistentemente. Pensamentos emitem um sinal magnético que atrai um sinal semelhante na nossa direcção. Se imaginarmos estar a viver em abundância e nós atraímos isso.

A LEI DA ATRACÇÃO diz: nós lhe daremos o que quer que nós digamos e no que quer que nós nos concentremos. Se reclamamos de uma situação negativa, criamos mais dessa mesma situação.

Nós podemos ser muito positivos na nossa orientação e assim nós tendemos a atrair pessoas, eventos e circunstâncias positivistas. Se nós formos negativos na nossa orientação, nós tendemos a atrair pessoas, eventos e circunstâncias negativistas. No workshop irão ser trabalhadas as ferramentas para colocarmos a Lei da Atracção a agir a nosso favor e a materializar os sonhos que vivem dentro de nós.»

Os nossos convidados, Roberto Sousa (que ministra do dito workshop) e Cristina Martins (responsável pelo Espaço Ser Sereno) irão falar-nos então da estrutura do curso, os passos essenciais, resultados conseguidos em workshops similares, o que podem os alunos esperar alcançar – e se não correrão o risco de, por exemplo, sair de um restaurante com os talheres todos colados à cabeça.

Para o 800 25 33 33 ou para a caixa de mensagens do blogue, além das vossas perguntas e comentários, digam-nos também o que, se pudessem, gostariam mesmo memos de atrair (e, já agora, de repelir). A partir das 19, com os atraentes Fernando Alvim e Marisa Jamaica.

quinta-feira, outubro 11, 2007

História de Portugal



História de Portugal e centros comerciais são coisas que raramente comungam. Mas raramente não é o mesmo que nunca e hoje vamos falar de um curso de História de Portugal ministrado, imaginem (essa é que é essa), no El Corte Inglés: é à borla e, sendo onde é, escusamos inclusive de despir o fato de treino. Convidámos, para nos falar dele – do curso, não do fato de treino –, o seu orientador, o professor José Reis Santos.

Entre outras coisas, iremos saber a que público se destina este curso; se sairemos de lá feitos pequenos josé-hermano-saraivas, ou o objectivo é apenas espevitar a curiosidade e dar bases suficientes para que as pessoas, depois, aproveitem a boleia e continuem a aprender por si próprias? E como estão os portugueses em termos de conhecimento da sua própria História?; na idade da pedra? Crêem que Salazar foi o último Rei de Portugal? E que dom Sebastião fumava muito, o que explica o nevoeiro? Que Guimarães se chama a cidade-berço por haver por lá muitos bebés? Que a República mudou de sexo, daí a Implantação? Que Vasco da Gama inaugurou o caminho marítimo para a Índia porque estava farto de ir lá a pé?

Dúvidas e comentários via 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com o histórico Fernando Alvim.

quarta-feira, outubro 10, 2007

Tudo para uma grande boda



Hoje vamos falar de casamentos – e com dois convidados especialistas na matéria: Maria Cunha e José Fernandes, responsáveis pelo O Nosso Casamento, um site que compila um ror de informação preciosa para os potenciais casadoiros. Há de tudo: dicas sobre catering, espaços, tendências de vestuário, organizadores de eventos, convites, etiqueta, organistas-vocalistas, decoração, fotografia e mais sei lá o quê.

Pela quantia que os casais – ou respectivas famílias – estão, muitas vezes, dispostos a pagar pela comemoração do casamento (li algures que o negócio casamenteiro perfazia 1% do PIB), é fácil deduzir a importância que se atribui à coisa: estarão na moda outra vez as grandes bodas?; prefere-se a exuberância à subtileza?; os gostos e preferências dos casais mudaram muito desde as últimas décadas até aos dias de hoje?; e para quando um site similar a este, mas chamado «O Nosso Divórcio»?

Caso estejam para casar, telefonem-nos (é o 800 25 33 33) ou escrevam para a caixa de mensagens do blogue, e revelem-nos as vossas opções, o tipo de serviço que escolheram, o vestido, a limusina e por aí adiante – e aproveitem para esclarecer alguma dúvida com os nossos convidados. Aos que já casaram, que nos digam como foi – e, destes itens todos, o que voltariam a fazer igual e o que não repetiriam?.

Por fim, aos eternos solteiros e solteiras que estão sempre a ser convidados para as cerimónias alheias – e lá têm que desembolsar o presentinho da visita –: derramem o vosso fel, vinguem-se do frete que vos impingem; ou, caso contrário, se até gostarem, digam o que apreciam fazer por lá, se são do género que, após seis uísques, ata a gravata á cabeça, ao estilo índio, e discursa a desejar comovidamente felicidade aos restantes duzentos e cinquenta convidados que ninguém conhece; e aproveitam para encher a barriga de pasteis de nata e a agenda telefónica com os números dos outros solteiros e solteiras como vós?

É a partir das 19, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

terça-feira, outubro 09, 2007

Teatro de rir



Mais uma vez o humor sobe ao palco na Prova Oral e agora para falarmos da 13ª (olhem que sorte) edição do Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia , que começou a 5 deste mês e se prolongará até dia 14, no Fórum Maia. Aí estarão representadas todas as vertentes do teatro cómico (que a comédia não são só anedotas), «desde o teatro de rua, a mímica, a animação, stand-up comedy, musical, o novo circo, marionetas e fantoches, café-teatro, clown. Numa iniciativa da Câmara Municipal da Maia com direcção artística, técnica e produção do Teatro Art' Imagem. Este é o único festival de teatro exclusivamente dedicado à comédia que se realiza em Portugal.»

O director do festival, José Leitão, será o nosso convidado. Iremos ficar a saber não só mais detalhes sobre o programa, mas também como tem evoluído o festival ao longo destas edições todas, se o boom, mais ou menos recente, do humor televisivo, com o aparecimento e mediatização de alguns artistas de stand-up e afins, se fez notar nos públicos: cresceu o interesse pelo teatro cómico?, ou acabou por ir muita gente ao engano, quando confrontados com um tipo de humor que nem sempre tem a ver com aquele que se conhece do pequeno ecrã?

Quanto a vocês, digam-nos do humor que mais vos atrai – estilos, autores, grupos, etc. –, se são exigentes, se se preocupam em procurar coisas novas, ou uma boa anedota e um par de trocadilhos fazem-vos felizes para o resto do dia? O telefone é o 800 25 33 33 e têm à disposição a caixa de mensagens do blogue. Como o programa é às 19 e o trânsito a essa hora nas cidades não é flor que se cheire, aproveitem para fazer rir a malta (é o que faz falta). Contem-nos, por exemplo, a anedota ou trocadilho mais sem graça que alguma vez ouviram: daquelas coisas que por serem tão insípidas tão insípidas, acabam por ter piada. Ou um episódio insólito que vos tenha acontecido. Ou o relato de um espalho de bicicleta. Ou imitem uma figura pública, desde que não seja o José Hermano Saraiva, o General Ramalho Eanes ou o Alberto João Jardim – porque essas imitações já estão mais batidas que sei lá o quê.

A partir das 19, com Fernando Alvim.