
Fernanda Câncio é jornalista e reuniu num volume 15 das suas melhores reportagens sobre temas como a violência policial, a pobreza, o aborto clandestino, a perseguição aos homossexuais, etc. – situações bem reais mas que, para muitos de nós, que não fazemos parte daquelas minorias mais desprotegidas e anónimas, se assemelham a ficções, lidas com certa distância nos jornais ou assistidas, à hora de jantar, nos telejornais. O volume chama-se Até Não Perceber - 15 Histórias de Verdade a Caminho da Ficção e foi editado pela Tinta da China.
Vai estar hoje na Prova Oral para falar destas histórias, do que as une entre si, do quanto parecem ter acontecido num universo paralelo ao nosso quando, no fim de contas, aconteceram no quintal ali mesmo ao lado (mais sobre este livro neste post de Eduardo Pitta); e também abordar o momento actual do jornalismo de investigação, que parece – pelo tempo que um jornalista precisa para o fazer em condições e consequente encargo adicional do jornal onde trabalha – fora das prioridades do pronto-a-vestir das notícias de hoje, cada vez mais apressadas.
Perguntas e comentários para o 800 25 33 33 e caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Cártia Simão.
Vai estar hoje na Prova Oral para falar destas histórias, do que as une entre si, do quanto parecem ter acontecido num universo paralelo ao nosso quando, no fim de contas, aconteceram no quintal ali mesmo ao lado (mais sobre este livro neste post de Eduardo Pitta); e também abordar o momento actual do jornalismo de investigação, que parece – pelo tempo que um jornalista precisa para o fazer em condições e consequente encargo adicional do jornal onde trabalha – fora das prioridades do pronto-a-vestir das notícias de hoje, cada vez mais apressadas.
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