quinta-feira, setembro 20, 2007

1+1=1



Mote: as revistas Men’s Health e Cosmopolitan promoveram um questionário conjunto que envolveu 37.691 leitores, em 13 países, a fim de descobrir o parceiro ideal. Poupando-vos os pormenores técnicos do estudo, aqui vão alguns dos resultados:

Os resultados revelam que 33,9 por cento dos homens portugueses privilegiam a inteligência nas mulheres, mais do que o corpo ou outros atributos. Enquanto que as mulheres portuguesas preferem homens carinhosos e com sentido de humor (45 por cento).

No que diz respeito ao sexo, a maioria dos homens gostaria de ter relações sexuais três a quatro vezes por semana (31,41 por cento), enquanto que 30,69 por cento dos entrevistados apenas refere uma vez por semana. Neste âmbito, as mulheres portuguesas coincidem com este desejo: 44,38 por cento das inquiridas revela a sua preferência em fazê-lo três a quatro vezes por semana.»

Na cama, tanto os homens (43,08 por cento) como as mulheres (47,74 por cento) gostam de ouvir o que os torna únicos e especiais. Quanto aos preliminares, ambos os sexos também estão em sintonia: quinze minutos é o tempo ideal e necessário para uma relação sexual satisfatória (48,08 % das mulheres e 40,06 % dos homens).

As mulheres valorizam também homens que tenham em conta as suas necessidades e desejos. Quando interrogadas, elas destacam a consideração – o facto de eles se preocuparem em saber se elas estão a gostar e a ter prazer (57,66 por cento das leitoras portuguesas da Cosmopolitan). As respostas masculinas coincidem, 26,95 por cento dos portugueses dão importância a este atributo.

Segundo os resultados do estudo, 41,17 por cento das portuguesas afirma, ainda, que eles ficam perfeitos só com um duche rápido e a barba feita, um resultado que não difere muito dos restantes países. No caso dos homens, elas devem investir algum tempo na imagem, de modo a ficarem mais bonitas para os seus namorados (52,88 por cento). Contudo, os lusitanos são conservadores, pois não gostam que elas andem muito despidas (53,17 por cento).

Numa situação em que a mulher ganhe mais do que o homem, ambos os sexos têm a mesma opinião. Eles (63,83%) e elas (83,21%) preferem dividir custos e não falar muito acerca do assunto.

O estudo prova que os portugueses são ciumentos. Quanto interrogadas sobre o que poderá ameaçar uma relação, elas destacam como principais entraves: o contacto próximo com as ex-namoradas (77,23%), se ele for muito dado a “flirts” (81,9%) e tiver maus “modos” (84, 38%). Na perspectiva masculina, a relação pode não dar resultado se ela for muito dada a “flirts” (70,03%), continuar a falar muito com os ex-namorados (69,02%) ou tiver “maus hábitos” (66,57%).

O estudo apresenta, ainda, algumas conclusões acerca dos factores que podem “arruinar” uma relação sexual. Neste ponto, os portugueses também estão em sintonia. Os homens referem o silêncio ou o “não fazer barulho na cama” como uma das principais razões de insatisfação (78,53%), enquanto que elas referem o facto dele “não ter resistência” (90,98%) e “não fazer barulho” (83,21%).

Os dados internacionais não diferem muito dos resultados portugueses. A característica que os homens mais valoriza é a “doçura/ser carinhosa”, essencial para ter uma namorada perfeita (25,31 por cento). Quanto ao sexo, os homens preferem fazê-lo 3 a 4 vezes por semana (35,42%), enquanto que “beijar mal” é a razão mais apontada para arruinar uma relação sexual (54,69%).

Os resultados globais referem que as mulheres destacam o “sentido de humor” como a principal característica para o namorado perfeito (33,35%). Mesmo que ele não seja muito falador, elas necessitam que os seus pares comuniquem os sentimentos através de um beijo e de um abraço apertado (62,87%).


Para discutir estes resultados connosco convidámos o sexólogo Quintino Aires. Quanto a vocês, peguem nos itens acima enumerados e digam-nos de vossa justiça: via 800 25 33 33 ou caixa de mensagens do blogue, sublinhem o que coincide ou não com a vossa experiência, e contem-nos então o que torna uma pessoa o vosso parceiro ideal.

É a partira da 19, com Fernando Alvim e Rita Amado, um dos pares ideais da Prova Oral.

quarta-feira, setembro 19, 2007

António José Correia de Brito


Os saudosos Gemini, dos quais Tózé Brito fez parte, numa actuação no Festival Eurovisão da Canção de 1978. Reparem como era longo o percurso dos bastidores para o palco. Outros tempos, outros tempos.


António José Correia de Brito, Tózé Brito para os amigos, escreve canções. E há já uns aninhos valentes que o faz (a gente não repara, não repara, mas os anos andam sempre cheios de pressa para ir a qualquer lado – e passam).

Escreveu-as para si e para os projectos de que fez parte (lembro, por exemplo, o Quarteto 1111, os Gemini, os Green Windows); mas, sobretudo, para os outros (talvez a maioria de vós não saiba que é de sua autoria o mítico «Recordar é Viver», mas ide à juke box do site para outras surpresas) – canções essas que reúne agora num álbum chamado Vida, Canções e Amigos.

É o convidado de hoje e será, com certeza, um interlocutor privilegiado para nos falar do percurso da música portuguesa nas últimas décadas – porque o integrou activamente – e também do futuro dela já que, como todos sabem, ocupa um cargo decisivo dentro da secção portuguesa da Universal e tem-se batido aguerridamente (às vezes com alguma polémica) contra a pirataria.

Muito tópico para conversa há por aqui, e vocês podem participar: perguntas e comentários via 800 25 33 33 ou caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

terça-feira, setembro 18, 2007

As notícias



Com o pouco hábito de leitura de jornais que nos é reconhecido (não só a nós, mas um pouco por todo o mundo) e a predominância da televisão sobre os demais meios que nos trazem a informação, os noticiários televisivos acabam por ter responsabilidade acrescida: é por eles e pelos olhos dos seus jornalistas que a maioria de nós vai vendo que se passa a nossa volta. E Clara de Sousa, como acontece com todos os pivot's, não se livra de ser o rosto a que todos associamos as más e as boas notícias.

Estará hoje na Prova Oral a falar do seu itinerário de jornalista, o que a levou a interessar-se pelo jornalismo televisivo, os ossos e os prazeres do ofício – e da sua visão do jornalismo actual, virtudes e as desvirtudes das tendências dominantes (que, de resto, se encontram em doses mais ou menos iguais, só para dar um exemplo, no caso mediático do momento, o desaparecimento de Madeleine McCann).

Reclamações, elogios, perguntas e comentários sobre a forma como as notícias vos chegam e como gostariam que elas vos chegassem, são bem vindos, via 800 25 33 33 ou caixa de mensagens do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim.

segunda-feira, setembro 17, 2007

Mocidade, mocidade



O tema de hoje será a SPOT – Feira da Juventude; e não, não se trata de uma concentração de vendedores de elixir para a eterna dita cuja, mas de uma mostra de associações, instituições e actividades com potencial interesse para os jovens dos «12 aos 35 anos». Decorre no Centro de Congressos de Lisboa entre 15 e 18 de Setembro e connosco estará o Dr. José Duarte Cordeiro (Vice-Presidente IPJ), mais o Luís Alves (Presidente Federação Nacional Associações Juvenis) e a Carla Mouro (Presidente Concelho Nacional Juventude) para nos desvendar todas as minudências do evento e discutir convosco – jovens, pais de jovens à beira de um ataque de nervos, avós modernos e tias gaiteiras (das que dão vinte euros ao sobrinho querido por altura dos feriados religiosos) – via 800 25 33 33 ou caixa de mensagens do blogue, o interesse que acham no programa (para isso, façam lá o trabalhinho de casa, vendo no site da SPOT), os apoios ou falta deles que sentem nas vossas actividades juvenis, sobretudo estando longe dos grandes centros urbanos.

A partir das 19, com Fernando Alvim e Marisa Jamaica.

quinta-feira, setembro 13, 2007

You talking to me?


Era inevitável a ilustrar este post: uma das cenas mais famosas do mais famoso filme relacionado com taxistas.

Não, não é uma concentração de zé-manéis nem um concurso de ver quem buzina primeiro ao carro da frente assim que o semáforo passa a verde (só contam as buzinadelas feitas no primeiros três milésimos de segundo, após a mudança de cor): o Festival Internacional do Taxi, que este ano assenta arraiais em Lisboa entre 15 e 23 de Setembro e vai ser o tema de hoje da Prova Oral, é algo completamente diferente.

Diz-nos a nota de imprensa: «o táxi faz parte do imaginário das nossas cidades, das suas cores e recordações dos seus visitantes. O motorista de Táxi é, por vezes, o primeiro interlocutor de quem descobre uma cidade, tornando-se uma espécie de embaixador. Actor da nossa vida quotidiana, personagem de cinema, o táxi desempenha um papel essencial nas deslocações e representações urbanas. O Festival Internacional do Taxi, organizado pelo IVM, procura associar a festa cultural a uma abordagem científica, técnica e profissional. Ele pretende abrir o debate e colocar o táxi e o seu papel na mobilidade em áreas metropolitanas nas agendas de discussão urbanas.»

O programa é muito variado e riquíssimo (vale a pena ir ver ao sítio do evento na internet), e incluí desde cinema (inclusive com uma competição de curtas metragens, por exemplo), contadores de histórias, a mostras de design, BD's, DJ's.

Em estúdio teremos alguém da organização do Festival Internacional do Taxi para nos sublinhar este ou aquele item do festival e espicaçar a curiosidade.

Como sempre, todos os ouvintes estão convidados a participar, ora por telefone (800 25 33 33), ora através da caixa de mensagens do blogue. Mas hoje gostaríamos particularmente de ouvir os taxistas: telefonem ou escrevam a contar-nos do passageiro mais estranho, mais bizarro que já transportaram, do mais cómico, do mais simpático; do destino mais surreal que vos foi solicitado; daquelas situações em que percebem que nem o cliente sabe para onde quer ir – ou simplesmente contem-nos como vos correu o dia de hoje.

A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado, bip bip.