terça-feira, julho 24, 2007

José Mourinho segundo José Marinho



José Marinho é jornalista e acabou de editar, pela Texto Editora, José Mourinho – Vencedor Nato, em que, através de uma entrevista com o próprio treinador, com jogadores e colegas, nos levanta um pouquinho o véu sobre as idiossincrasias de vencedor desse personagem que não deixa ninguém indiferente: «o fenómeno José Mourinho suscita opiniões muito fortes: divinizado por uns e odiado por outros, mas o certo é que conquistou o mundo com o seu perfil extremamente profissional e com o seu carácter irreverente e confiante.»

«A última época de José Mourinho no Chelsea tinha todos os tópicos da desgraça: jogadores lesionados, desconfiança do dono do clube e ainda um ambiente de intriga que pretendia minar a sua liderança no clube. Para além da arrogância, da inteligência, da originalidade, José Mourinho tinha mais uma característica a acrescentar a todas aquelas que já lhe tinham sido apontadas: a resistência. Este livro é a história da luta de um homem contra o infortúnio dos seus jogadores, a dureza palaciana da traição e os primeiros resultados negativos. Meio ano de resistência também às constantes notícias que o davam como acabado no Chelsea. Histórias secretas de um homem que faz tudo para não perder e quase sempre acaba a ganhar.»

E diz Paulo Sousa no Prefácio do livro: «Tenho pena de nunca ter sido treinado por ele, pois suspeito que teria atingido uma dimensão ainda maior como jogador.»

Vamos, com o autor, José Marinho (José Mourinho não pôde vir porque a cadela apanhou um ligeiro resfriada), falar não só do que está no livro, e portanto acessível a quem o ler, mas também do que está por detrás dele, de como foram as jornadas mourinhianas, da disponibilidade do dito cujo à dissecação da sua pessoa, a descida vertiginosa ao restritíssimo universo Chelsea, se cheira muito a axe nos balneários ou se é verdade que preferem old spice – e tudo o que quiserem saber e perguntarem via 800 25 33 33 ou caixa de comentários do blogue.

A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado.

segunda-feira, julho 23, 2007

Zé Pedro, o único



Helena Reis acaba de publicar, pela Presença, Não sou o único, a biografia de Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés.

Sinopse: «Dizem que somos feitos da mesma matéria que as estrelas, que ainda somos seus primos afastados, mas alguns de nós têm um parentesco mais próximo com elas, uma cintilação especial – são eles próprios estrelas. É o caso de Zé Pedro, fundador dos Xutos e Pontapés e uma das mais brilhantes estrelas do rock português. Nestas páginas da autoria da irmã Helena Reis, somos convidados a entrar no mundo de Zé Pedro, dos seus sonhos, das suas paixões. Viajamos à sua infância festiva e luminosa, ao estonteante começo dos Xutos e Pontapés, aos amores vividos e sonhados, aos grandes sucessos da banda e ao fervor dos fãs, ao Johnny Guitar e ao panorama musical da época, às incontáveis tournées pelo país e estrangeiro… É uma viagem apaixonante e irresistível a que este livro nos propõe, é a oportunidade única de ficarmos a conhecer por dentro o sonho inabalável de um homem que mudou para sempre a história do rock português.»

Em estúdio estará o biografado para nos comentar alguns dos episódios relatados no livro; de como foi o processo de revolver o baú das memórias – muitas delas, provavelmente, dadas como desaparecidas –; e se alguma vez, ao ver-se parte daquela galeria de pessoas com uma biografia publicada, disse, de si para si, «estou velho, caramba». Quanto a Helena Reis, participará via telefone para nos contar, entre outras coisas, das vantagens e desvantagens de biografar alguém que lhe é, a vários níveis, tão próximo.

Vocês também se podem manifestar, pelos meios do costume – 800 25 33 33 e caixa de comentários do blogue –; a partir das 19, com Fernando Alvim.

sexta-feira, julho 20, 2007

Psicologia Pessoal



O Senhor Engenheiro Viana Abreu (isto podia ser o começo de mais um livro do Gonçalo M. Tavares) tem um currículo, no mínimo, compostinho. Ora vejam: é licenciado em Engenharia Electrotécnica, ramo de Telecomunicações e Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; tem formação internacional nas áreas da Psicologia, Desenvolvimento Pessoal e "Peak Performance"; desenvolveu funções de Direcção e Administração em várias empresas nas áreas de Marketing, Novas Tecnologias da Informação e Desenvolvimento de Recursos Humanos; é Professor/Orador nas áreas do Marketing, Comunicação e Desenvolvimento Pessoal; é investigador nas áreas da Consciência e Unificação da Física; e é co-fundador da empresa Portal do Ser - Centro de Desenvolvimento Pessoal.

É este último item que nos interessa particularmente hoje, pois vamos falar de um dos cursos ministrados pelo nosso convidado no Centro de Desenvolvimento pessoal: o de Psicologia Pessoal para o Sucesso.

Objectivos do curso: elevar o nível de Auto-conhecimento; reconhecer o papel dos Paradigmas e Condicionamentos; identificar a Missão pessoal e Principais Objectivos; reconhecer as fases do Processo de Desenvolvimento Pessoal; dominar Atitudes e Estratégias para uma Acção Eficaz.

A quem se dirige este curso?; que tipo de formação prévia é necessária para o frequentar?; o que podem os formandos esperar dele?; que utilidade prática poderá ter no nosso dia-a-dia; e por aí adiante: caso este assunto vos interesse, podem perguntar e comentar pelo 800 25 33 e caixa de comentários do blogue. A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado.

quinta-feira, julho 19, 2007

Diálogo de Vultos



Sobre Fernando Ribeiro: é vocalista, letrista e alma da banda Moonspell tendo publicado dois livros de poesia: Como Escavar um Abismo (Círculo de Abuso) em 2001, reeditado pelas Quasi, e As Feridas Essenciais em 2004 (Quasi). Contribui irregularmente com artigos e contos para as várias publicações, escreveu as introduções para Os Melhores contos de Lovecraft (Saída de Emergência) e traduziu para português a biografia ficcionada em BD Lovecraft (Vitamina BD edições).

Iremos tê-lo hoje na Prova Oral a conversar sobre todo este percurso, da poesia à música, dos cruzamentos inevitáveis entre as duas áreas, das bandas que mais ouve e dos escritores e poetas que mais lê e o influenciaram, do seu amadurecimento como autor. Mas, como mote principal, teremos sobre a mesa o seu último volume de poemas, acabadinho de sair, outra vez pelas Quasi, Diálogo de Vultos.

E, com sorte, talvez nos dê um cheirinho (salvo seja) da avalanche de material novo que aí vem: o seu primeiro romance, de título já anunciado, O Bairro das Pessoas; mais o primeiro DVD e o oitavo disco dos Moonspell. Perguntas e comentários via 800 25 33 33 e caixa de do blogue (para variar). A partir das 19, com Fernando Alvim e Xana Alves.

quarta-feira, julho 18, 2007

Poliamo-te



Segundo uma reportagem publicada na revista Tabu, os poliamorosos «são casais ditos normais, mas aceitam entre eles que partilham a vida sentimental e física com outras pessoas. Não se trata da prática de swing nem de ménage à trois. Nem tão pouco de adultério. Os "poliamorosos" defendem a liberdade de múltiplas ligações afectivas, em simultâneo, mas sempre às claras.»

Ora aqui está o tema que nos ocupará na Prova Oral de hoje, com os convidados – poliamorososLara, Jorge e Alex. Qual a linha ténue que separa o conceito de poliamor do de adultério?; o poliamor não pode, às vezes, ser apenas um eufemismo para o adultério?; ao contrário do swing, em que o que se busca com o relacionamento com terceiros é o prazer sexual, o poliamor assume-se como partilha também de um lado sentimental: não se corre o risco de uma grande confusão amorosa?; poderemos estar envolvidos emocionalmente com várias pessoas ao mesmo tempo?; e neste caso, fará sentido o conceito de «casal»?

Contamos com a vossa participação, como sempre, via 800 25 33 33, caixa de comentários do blogue –, a partir das 19, com Fernando Alvim e Marisa Jamaica.