É Maio, princípios de Junho, a época da maioria das feiras do livro que se vão fazendo pelo país, e hoje vamos falar deles e da estranha forma de vida de quem os escreve – com quatro escritores muito especiais como convidados.
Um, é José Luís Peixoto (já devem ter ouvido falar: sim, o gajo dos piercings), um dos jovens autores portugueses mais traduzidos – e que sê-lo-á entretanto também para língua inglesa (o que é um feito raro, uma vez que o universo literário em língua inglesa é tão vasto, que muitas vezes só se dão ao trabalho de ler traduções daquelas obras mesmo mesmo essenciais, ficando muito da ficção estrangeira contemporânea de fora), através do seu primeiro romance, o «Nenhum Olhar», que em inglês ficará como Blank Gaze. O seu último romance chama-se «Cemitério de Pianos» e foi editado no fim de 2006. Prepara um novo volume de poesia, a sair lá para Novembro deste ano.
O outro, é José Eduardo Agualusa, angolano, que não só também está traduzido para inglês, como a edição inglesa do seu «O vendedor de passados» foi recentemente distinguida com o XII Prémio Independente de Ficção Estrangeira – um dos mais importantes do género. Irá lançar no fim deste mês um novo romance, de nome «As Mulheres do Meu Pai» (se quiserem um cheirinho, podem ler aqui a pré-publicação do primeiro capítulo). Entretanto fundou, no Brasil, uma editora, a Língua Geral (a página está ainda em construção).
A senhora que se segue é Mafalda Ivo Cruz, autora de, entre outros, «A Casa do Diabo», «Um Requiem Português», «O Rapaz de Botticelli», «Vermelho» (este distinguido com o prémio da APE em 2004).
Por fim, ao telefone, participará Pedro Mexia, poeta, crítico e blogger – e que repete à Prova Oral a visita que fez há umas semanas atrás.
A Partir das 19, com o Nobel Fernando Alvim.
Um, é José Luís Peixoto (já devem ter ouvido falar: sim, o gajo dos piercings), um dos jovens autores portugueses mais traduzidos – e que sê-lo-á entretanto também para língua inglesa (o que é um feito raro, uma vez que o universo literário em língua inglesa é tão vasto, que muitas vezes só se dão ao trabalho de ler traduções daquelas obras mesmo mesmo essenciais, ficando muito da ficção estrangeira contemporânea de fora), através do seu primeiro romance, o «Nenhum Olhar», que em inglês ficará como Blank Gaze. O seu último romance chama-se «Cemitério de Pianos» e foi editado no fim de 2006. Prepara um novo volume de poesia, a sair lá para Novembro deste ano.
O outro, é José Eduardo Agualusa, angolano, que não só também está traduzido para inglês, como a edição inglesa do seu «O vendedor de passados» foi recentemente distinguida com o XII Prémio Independente de Ficção Estrangeira – um dos mais importantes do género. Irá lançar no fim deste mês um novo romance, de nome «As Mulheres do Meu Pai» (se quiserem um cheirinho, podem ler aqui a pré-publicação do primeiro capítulo). Entretanto fundou, no Brasil, uma editora, a Língua Geral (a página está ainda em construção).
A senhora que se segue é Mafalda Ivo Cruz, autora de, entre outros, «A Casa do Diabo», «Um Requiem Português», «O Rapaz de Botticelli», «Vermelho» (este distinguido com o prémio da APE em 2004).
Por fim, ao telefone, participará Pedro Mexia, poeta, crítico e blogger – e que repete à Prova Oral a visita que fez há umas semanas atrás.
A Partir das 19, com o Nobel Fernando Alvim.



