quarta-feira, janeiro 24, 2007

Os 25 anos de carreira do Avô Cantigas


Eu ainda sou do tempo em que o jovem Carlos Vidal tinha que usar doses consideráveis de maquilhagem para ser um avô convincente - e agora dizem-me que já passaram vinte cinco anos desde o lançamento do seu primeiro disco (vinte cinco anos, raios, que o tempo faz questão de passar em pezinhos de lã e uma pessoa não o ouve a não ser quando, inadvertidamente, deita abaixo algum bibelô).

E são, pois, esses vinte e cinco anos (vinte e cinco, valha-me-deus) de carreira do Avô Cantigas, que vamos comemorar hoje na Prova Oral, com a presença do próprio, que nos falará de todo esse percurso, das várias gerações de crianças que lhe passaram pelos concertos, algumas já filhas - imaginem -, dos seus primeiros ouvintes - e é melhor não me alongar muito, se não começo a ficar nostálgico e a chorar que nem uma madalena arrependida.

Pronto. Fica à disposição o 800 25 33 33: perguntem, comentem, e, entre outras coisas, digam-nos sobre a cantiga do Avô Cantigas que mais vos marcou enquanto infantes (podem inclusive cantá-la um bocadinho, desafinar ternamente connosco), a partir da 19, na Prova Oral, com Fernando Alvim e Cátia Simão.

terça-feira, janeiro 23, 2007

O que elas pensam sobre eles?





E pronto, como havíamos prometido é hoje que é difundido o primeiro de uma série de 3 programas que visam perceber de uma vez por todas o que pensam elas sobre eles e eles sobre elas. O resultado é uma hora de absoluto delírio verbal onde vocês poderão intervir com comentários e até perguntas para cada um dos sexos, sendo certo que as melhores serão colocadas aos intervenientes na última emissão que juntará ambos os sexos.

Assim, estejam atentos à emissão de hoje e encham este blog de mensagens. As melhores serão difundidas. Por agora, fiquem a saber o que elas pensam sobre eles. Dentro de uma semana, serão eles a dizerem o que pensam delas.

Hoje, O Que elas pensam sobre eles, na Prova Oral, a partir das 19.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Porf. Luiz Moutinho reflectindo sobre o Marketing na Prova Oral



Aproveitando uma coincidência maravilhosa de agendas - a do nosso convidado e a da Prova Oral, ambas concorridíssimas - e partindo do princípio que gostaram do tema de sexta-feira, acharam interessante, mas a vossa vida não mudou nada por aí além e o fim-de-semana até correu mais lento que o costume, entupido com as dúvidas que ficaram por esclarecer, as perguntas que ficaram por perguntar, uma vez que elas são tantas e o nosso 800 25 33 33 é só um e lá fora chove

(mulheres resgatando lençóis do estendal, homens fumando cachimbos à janela),

resolvemos voltar ao marketing, agora com Luiz Moutinho, Professor Catedrático na Universidade de Glasgow e autor de vários livros, entre eles «Strategic Marketing», «Contemporary Issues in Marketing», «Strategic Management in Tourism», «Quantitative Analysis in Marketing Management» e «Applied Consumer Behaviour», enquanto lá fora chove

(mulheres resgatando lençóis aos estendais, homens fumando cachimbos à janela)

e propomo-vos que, via 800 25 33 33 - sempre via 800 25 33 33 -, peguem em fios de conversa que a falta de tempo não deixou seguir na sexta-feira; aos empresários que nos estejam a ouvir, que aproveitem para consultar gratuitamente o nosso especialista de hoje; aos estudantes da matéria, que nos contem dos cursos, da sua experiência de alunos, das suas migrações pelas universidades estrangeiras; e aos nossos ouvintes, de uma maneira geral, que nos falem de marketing na óptica do utilizador, ou seja: que campanhas vos marcaram mais ao longo da vida, pela positiva e pela negativa, porque lá fora chove

(mulheres resgatando lençóis aos estendais, homens fumando cachimbos à janela)

e a Prova Oral com o Prof. Luiz Moutinho é já hoje, a partir das 19,com Fernando Alvim e Cátia Simão.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Marketing, comunicação e marcas, segundo Luís Rasquilha



Apetece-me debitar aqui uma máxima sobre o tema de hoje da Prova Oral, uma daquelas frases que será depois citada em todos os blogues da especialidade e aparecerá em nota de rodapé enquanto o documentário, mostrando a minha pessoa em passeio pela praia, passa na televisão: O Homem do século XXI é uma espécie de ilha, rodeado de marketing, comunicação e marcas por todo o lado. Bonito, não?

Mas será esse Homem do século XXI mesmo uma ilha, ou simplesmente um náufrago?; ou por outra: saberemos nadar no meio desta agitação toda? E antes que este post descambe numa coisa demasiado profunda e eu vá ao armário buscar a minha boina de filósofo, apresento o Dr. Luís Rasquilha, convidado de hoje na Prova Oral, director de Marketing da Multipublicações - Marketeer e Executive Digest, director executivo do INP-FEC (Formação de Executivos em Comunicação), administrador e Professor Titular do INP e, essa é que é essa, dono do blogue markcomms a quem, via 800 25 33 33, poderão perguntar coisas sobre a avalanche de informação que vos assola - ele é aloé vera, ele é bífidos activos, ele é champô mais-que-as-mães em um, ele é um bacalhau que nos dias de hoje não é fácil de encontrar - e contar-nos também sobre a maneira como lidam com isso tudo: consideram-se consumidores prudentes, ou deixam-se muitas vezes levar pela publicidade?; que importância dão às marcas?; costumam ler o spam que vos vai parar ao mail?; e os folhetos do hipermercado?; já vos aconteceu não comprar um artigo que até estavam inclinados a comprar por o anúncio ser feiinho?

A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado, passe a publicidade.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Medicina Tradicional Chinesa na Prova Oral

Acupunctura, massagem Tui Na, moxabustão, reflexologia, guasha, ventosas, etc.: a Dr.ª Wenqian Chen é médica de medicina tradicional chinesa, fundadora do Centro de Terapias chinesas (http://www.ctc-portugal.com/), e estará hoje na Prova Oral a explicar-nos estas coisas todas.

Por isso, leigos de todo o mundo, uni-vos e, via 800 25 33 33, comentai, perguntai: que pode a medicina tradicional chinesa fazer pela minha saúde que a medicina ocidental não faça?; é mais caro um tratamento num lado que no outro?; havendo uma certa áurea mística à volta do assunto - misturada com algum desconhecimento -, é mais propensa a charlatanices: que cuidados tomar para não comer gato por lebre?; dói?; depois de uma sessão de acupunctura, o paciente não sai de lá «todo roto»? (peço desculpa, mas foi mais forte que eu: tinha este trocadilho há anos entalado na garganta).

A partir das 19, com Fernando Alvim e Rita Amado.