quinta-feira, maio 11, 2006

Futebol Clube do Porto


Futebol Clube do Porto


Na passada semana um ouvinte ligou-nos ou escreveu neste blog ( já não sabemos bem agora) para nos avisar de que, ao contrário do que aconteceu no ano passado, a Prova Oral não tinha ainda dedicado um programa ao novo campeão nacional. A verdade é esta, o ouvinte estava cheio de razão e foi sem mais delongas que decidimos dedicar a emissão de hoje ao Futebol Clube do Porto.


É claro que gostávamos de ter em estúdio o presidente do Futebol Clube do Porto, o treinador e um ou outro jogador, mas em Portugal, ao contrário do que acontece em muitos outros países, os jogadores não gostam muito de falar para a rádio ou para a televisão. Já reparam nisto, os maiores intervenientes do espectáculo, os jogadores, são tremendamente difíceis de conseguir para uma emissão destas. O que não se compreende, porque eles poderiam ser optimos promotores do clube, de outras causas válidas e evidentemente do futebol.

E no futebol português, por mais que nos custe ( e não imaginam o quanto me custa escrever) mas tem que ser ( custa tanto) há que dizer que o Futebol Clube do Porto é melhor equipa portuguesa nos últimos 20 anos ( não acredito que escrevi isto!) . Quer queiramos quer não, é a verdade, veja-se o número de campeonatos conquistados, as quantidade de taças de Portugal, os troféus intercionais ( 2 taças dos campeões europeus, uma intercontinental e ainda a taça uefa), tudo isto, sob a liderança do presidente Pinto da Costa que muitos odeiam ( naturalmente os seus adversários) e muitas amam e idolatram ( obviamente, todos os simpatizantes do Futebol Clube do Porto)


E assim, falemos sobre o Futebol Clube do Porto, sobre os jogadores que mais vos marcaram ( o frasco, o gomes, o paulinho santos, o madjer e tantos outros), os treinadores ( Pedroto, António Oliveira, Mourinho, Co Adriaanse) , os jogos mais emocionantes e os episódios que foram vividos ali mesmo, no estádio, das antas ou agora do Dragão. Dos cãnticos, do homem da corneta, dos superdragões, das velhas e novas glórias, dos relatos na rádio, dos jogos na televisão.

Falemos então do Futebol Clube do Porto, o novo campeão Nacional. Por mais que nos custe ( e custa muito) há que dar os Parabéns á melhor equipa Portuguesa dos últimos 20 anos.

hoje, a partir das 19 , na Prova Oral. 800 25 33 33.

quarta-feira, maio 10, 2006

Falar sobre Portugal com Ana Bola e Miguel Guilherme



Só quem conhece bem Ana Bola e Miguel Guilherme perceberá de que falamos, quando dizemos que estamos perante dois actores de excepção que gostam de falar não só de teatro, mas sobretudo de falar sobre tudo com uma olhar invulgarmente mordaz.


São dois grandes convidados ( não tenhamos dúvidas) e talvez por isso, porque poderíamos escolher qualquer tema na certeza de que ambos teriam muito para dizer, optamos por falar de Portugal numa altura em que é revelado um estudo de mercado, levado a cabo pela empresa TNS que conclui que os portugueses não se interessam pelo seu país, são pessimistas e estão pouco preocupados com o futuro da pátria.

Será que é mesmo isto? Será que daqui a 40 anos ( como nos diz uma projecção europeia) Portugal estará na cauda de todos os países europeus à custa do envelhecimento da população e da sua reduzida produtividade. O que fazer então para inverter esta tendência? O que pode e deve fazer-se? O que pode e deve mudar-se? Que coisas estão subaproveitadas? Que soluções existem?

Ana Bola e Miguel Guilherme não imaginam que vão falar sobre isto ( é sobre Portugal que falaremos) mas também sobre a carreiras destes dois que compartilham o mesmo palco actualmente com a peça “Avalanche” . porque fica bem um texto curtinho sobre ambos retirado do site da empresa Uau:

Estreia-se profissionalmente na Comuna após ter frequentado o Curso de Formação da Actores do grupo. Brecht, António José da Silva e Helder Costa foram alguns dos autores que representou.
Desse período destaca a peça O Dragão, de Eugeni Schwartz e com encenação de João Mota.
Em 1983 deixa a Comuna e monta, em colaboração com Carlos Agostinho e Joel Constantino, o espectáculo de café-teatro Os Novos Amorosos.
Nos anos seguintes trabalha com João Lourenço, no Teatro Aberto e Mário Feliciano, no Teatro Municipal de São Luiz.
Em 1987, inicia uma colaboração regular com o Teatro da Cornucópia, sempre com direcção de Luis Miguel Cintra.
José Wallenstein, Fernanda Lapa, Adriano Luz, António Pires, Ricardo Pais e António Feio são alguns dos encenadores com quem trabalhou em locais tão variados como o Teatro Nacional de São Carlos, o Teatro Nacional de São João, Teatro Maria Matos e Teatro Villaret.
Como encenador, estreou-se em 1989 com Perversões, de David Mamet, em conjunto com José Pedro Gomes, no Clube Estefânea. A esta primeira experiência, seguem-se Desastres (1993), Vai Ver Se Chove (1995), À Espera de Godot (2000) e Três Versões da Vida (2002), onde também participa como actor.
No cinema, pela mão de Paulo Rocha, estreou-se em 1987, num doco-drama sobre a vida e obra de Amadeu de Sousa Cardoso: Máscara de Aço contra Abismo Azul. Desde então, já trabalhou com quase todos os realizadores portugueses e aguarda a estreia de 1 filme terminado em 2004: À Procura de Alice, de Marco Martins.
Na televisão começou em 1988 em Humor de Perdição, de Herman José. Regressou em 1996, com Sai da Minha Vida, sob direcção de João Canijo; Herman Enciclopédia e O Fura-Vidas, em 1997 e 1999. Mais recentemente, participou na adaptação televisiva do romance de João de Melo, Gente Feliz com Lágrimas, com realização de José Medeiros.
ARTE, de Yasmina Reza, juntou-o no palco do Teatro Villaret com José Pedro Gomes e António Feio por 2 vezes: em 1998 e, na reposição, em 2003.
Entre Outubro de 2004 e Julho de 2005, protagonizou JANTAR DE IDIOTAS, fazendo rir mais de 61.000 em todo o país com as operipécias do "seu" Francisco Pinho.
Entrou na série "Bocage", da qual foi protagonista principal, para a RTP. Esta produção realizada por Fernando Vendrell e escrita por Filipe Homem Fonseca e Mário Botequilha .
Em Março deste ano, regressou aos palcos do Villaret com a peça Avalanche.


Nasceu em Lisboa a 2 de Junho de 1952. Frequentou o Liceu Francês desde os 3 anos até ao último ano complementar, altura em que ingressa no ISLA onde terminou o seu curso de Secretariado.
Depois de 10 anos a trabalhar como secretária em várias multinacionais, eis que em 1976 dá início a uma longa carreira no mundo do espectáculo. Com a entrada no Adóque nesse ano, a convite de Henrique Viana, estreia-se com a revista 1926 Noves Fora Nada.
Passa a trabalhar com Júlio Isidro, faz 2 participações no Festival da Eurovisão da Canção como coralista; Em televisão continua com “Fungágá da Bicharada”, “Passeio dos Alegres”, “Arroz Doce”, “Festa é Festa”, “A Festa Continua”.
Em rádio – sempre na Comercial – fez “Rock em Stock”, “Ilha das Palmeiras”, “Selecção Nacional”, “A menina dança?”, “O Jardim da Celeste” e, mais tarde, “Rebémbeu Pardais ao Ninho”;
Já com Herman José, e novamente em Televisão, tivemos o prazer de ver Ana Bola em “Humor de Perdição”, “Casino Royal”, “Pensão Estrelinha”, “Parabéns” e, da sua autoria, “Os bonecos da Bola”, “A Mulher do Sr. Ministro” e “A Srª Ministra”.

No Teatro, assistimos a Inox com José Pedro Gomes e, mais recentemente, a Celadon, com Maria Rueff.
Fez parte de um talk-show na SIC Mulher, do “Herman SIC”, “Crónicas TSF”, participação no último filme de Fonseca e Costa, “O Fascínio”, “Celadon” com Maria Rueff, a edição de um livro “Absolutamente Tias”.
Em Março deste ano, regressou aos palcos do Villaret com a peça Avalanch

terça-feira, maio 09, 2006

Será que Jesus Cristo Existe?




Não há dúvidas que esta é uma pergunta pertinente e divide opiniões. Na prova oral, respeitamos ambas as pessoas, as que acreditam e as que não acreditam. A convidada de hoje acredita que sim e vai mais longe ao dizer que fala com ele. De resto, os seus livros falam sobre isso e reproduzem alguns dos diálogos que estabeleceu.

Alexandra Solnado tornou-se também conhecida por isso e será interessante percebermos o que tem para dizer. Que conversas terá com Jesus? Que dirá Jesus? Fará ele também perguntas ou apenas dará respostas? Como é que tudo aconteceu? Como se pode explicar tudo isto?

Acreditando-se ou não, a verdade é que temos uma oportunidade única para falarmos com alguém que diz já ter falado com Jesus. E a partir daqui, o que propomos é que nos digam o que fariam vocês se tivessem igual oportunidade? Que perguntas ou comentários fariam? O que pensam da religião? O que representa Jesus na vossa vida? Que experiências viveram a este nível? Falemos da primeira comunhão, da solene, da iniciação católica que muitos tivemos, do acreditar que alguma coisa existe, dos fenómenos de que tanto se fala, dos pastorinhos de fátima, do Papa, da biblia, de todas as religiões que existem e particularmente, e é isso que interessa, daquilo que vocês realmente acreditam.

Uma prova oral divina, hoje, a partir das 19 na antena 3 com Alexandra Solnado. www.alexandrasolnado.com

segunda-feira, maio 08, 2006

Tema Livre na Prova Oral




Uma vez por mês, como já vem sendo hábito, damos a oportunidade de os ouvintes falarem o que quiserem e já agora, sobre o que não quiserem.

Tragam à antena um tema novo ou podem reforçar um outro que eventualmente gostariam de ter participado e que desafortunadamente não o conseguiram. Liguem, escrevam, opinem, reclamem, aproveitem o Tema Livre da Prova Oral.

A linha é a de sempre: 800 25 33 33. O horário também: 19 - 20.

Amanhã, a convidada especial da Prova Oral será Alexandra Solnado.

sexta-feira, maio 05, 2006

Margarida Rebelo Pinto na Prova Oral





Goste-se ou não, Margarida Rebelo Pinto é das escritoras mais lidas em Portugal e já tem 10 livros publicados. Goste-se ou não a sua produtividade enquanto escritora é notável ( Margarida para além dos livros escreve para uma série de publicações, a Maxmen e o Jornal de Notícias são disso exemplo) e as suas obras, invariavelmente atingim os lugares cimeiros das livrarias.

Margarida Rebelo Pinto , editou entretanto mais um. Chama-se "Diário da Tua Ausência" e no fundo relata o enamoramento de duas pessoas separadas por uma distância que se torna incómoda e que a pouco e pouco vai corroendo o relacionamento. É sobre esta ausência que a Margarida e é sobre ela que gostariamos também de falar. Sobre a ausência, sobre as pessoas que realmente nos fazem falta, sobre a escrita e os livros de Margarida Rebelo Pinto e sobre o mundo em geral ( qualquer dia temos que falar sobre o mundo, não acham?

Bem, falemos então sobre tudo isto e aproveitem para dar a vossa opinião sobre este livro de Margarida Rebelo Pinto. 800 25 33